Chico lia, escrevia, estudava, atendia aos doentes no Centro e, todos os sábados, ele e alguns amigos visitavam famílias que moravam embaixo de uma ponte em Pedro Leopoldo. Levavam roupa e comida, comentavam o Evangelho.
Um dia, Chico ficou de mãos abanando. Sem donativos, só poderia levar água fluidificada. Os pobres esperavam o pão de toda semana. Chico já estava quase decidido a faltar ao compromisso, quando Emmanuel apareceu e recomendou que ele fosse de qualquer maneira. A ausência dele seria ainda mais frustrante. Enquanto pensava no assunto, indeciso, viu surgir, acima do portal de seu quarto, uma frase resplandecente: “Não vos deixarei órfãos…”
Tomou fôlego, caminhou até a ponte, com o grupo de companheiros, e, desconcertado, explicou aos pobres o problema: só tinham água. Os necessitados tentaram atenuar o constrangimento. Providenciaram uma toalha, estenderam o pano sobre uma laje de cimento e colocaram copos sobre ele.
De repente, um senhor apareceu perguntando por Chico Xavier. Um casal de amigos ricos de Belo Horizonte havia mandado donativos. O caminhão estava parado na entrada. Onde devo descarregar? – perguntou o recém-chegado. Foi uma festa. Sobrou comida até para os doentes da favela.
Do livro “As Vidas de Chico Xavier”
De Marcel Souto Maior


programado para G1asgow cm setembro de 1937, Comitê organizador escreveu ao cientista italiano Ernesto Bozzano convidando-o a participar dos trabalhos na honrosa (e merecida) condição de seu vice-presidente. Pedia ainda o comitê que Bozzano preparasse um resumo de sua obra, já bastante volumosa aquela época, destacando como tema básico a questão do animismo, de forma a encaminhar uma solução conclusiva para o problema que se colocava na seguinte pergunta-título sugerida para seu ensaio: Animism
francamente, na posição do servidor que ainda não começou a trabalhar. 

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