Estudo do Livro dos Espíritos, realizado em 02/08/2013 na FEEAK Minas, Belo Horizonte/MG. Parte II – Capítulo VI Vida Espiritual – Percepções, sensações e sofrimento dos espíritos. Questão 243. Expositor: Carlos Alberto Braga

Publicado por: . | 10 agosto, 2013

Protetores Terrestres – mensagem de Emmanuel

Protetores Terrestres – mensagem de Emmanuel from FEEAK – Frat. Est Espíritas AK on Vimeo.

Meimei – Um Amor das Estrelas – Parte III

Drama Medieval

 

Amigo leitor,

para encerrar a narrativa da saga de amor, vivida por Meimei e Arnaldo Rocha, que dividimos em três episódios, vimos por meio desta resenha trazer o último capítulo Meimei Amor das Estrelhas  – Drama Medieval.

Esta História aqui descrita se refere às experiências destas almas amigas, Meimei, Chico Xavier e Arnaldo Rocha, no século XI, que foi revelada para Meimei no Mundo Espiritual, 

Pela orientação dos Benfeitores Espirituais coube a Meimei, através das mãos abençoadas de Chico Xavier, retransmiti-la para o seu Sozinho (apelido de Arnaldo Rocha) esta missiva de amor, consolo e fé na saga de amor que os aguardava em bases evangelizantes e de imortalidade. Leia Mais…

Publicado por: . | 7 agosto, 2013

Meimei – Um drama medieval áudio

Áudio : Meimei – Um amor das estrelas III – Drama medieval.

com Beto Costa

Acesse:

BANNER AMOR E SABEDORIA EMMANUEL  REDE AMIGO 983983_487534014648873_2021229956_n

http://www.redeamigoespirita.com.br/group/amor-e-sabedoria-de-emmanuel/forum/topics/20o-estudo-amor-e-sabedoria-de-emmanuel-meimei-um-amor-das-estrel

Publicado por: . | 7 agosto, 2013

Pai nosso

1. Jesus ensina-nos a dirigirmo-nos a Deus como Pai Com o Pai Nosso, Jesus Cristo ensina-nos a dirigirmo-nos a Deus como Pai: «Orar ao Pai é entrar no seu mistério, tal como Ele é, e tal como o Filho no-lo revelou: «A expressão Deus Pai nunca tinha sido revelada a ninguém. Quando o próprio Moisés perguntou a Deus quem era, ouviu um nome diferente. A nós este nome
foi revelado no Filho, porque este nome (de Filho) implica o nome de Pai (Tertuliano, De oratione, 3)»
(Catecismo, 2779).
Ao ensinar o Pai Nosso, Jesus descobre também aos seus discípulos que eles foram tornados participantes da sua condição de Filho: «Mediante a Revelação desta oração, os discípulos Leia Mais…

Estudo do Livro dos Espíritos, realizado em 26/07/2013 na FEEAK Minas, Belo Horizonte/MG. Parte II – Capítulo VI Vida Espiritual – Percepções, sensações e sofrimento dos espíritos. Questão 242. Expositor: Carlos Alberto Braga

Publicado por: . | 1 agosto, 2013

Página aos Pais – Emmanuel

Página aos Pais – Emmanuel from FEEAK – Frat. Est Espíritas AK on Vimeo.

Publicado por: . | 1 agosto, 2013

Aflições – palestra em áudio Beto Costa

Palestra realizada no Grupo da Fraternidade Irmã Scheilla, 25/07/2013, Belo Horizonte. Carlos A B Costa

 

Publicado por: . | 1 agosto, 2013

Meimei – Um amor das estrelas – Beto Costa

Áudio do estudo com Beto Costa acesse:

http://www.redeamigoespirita.com.br/group/amor-e-sabedoria-de-emmanuel/forum/topics/19-estudo-amor-e-sabedoria-de-emmanuel-meimei-um-amor-das-estrela

Meimei – Um amor das estrelas

A primeira comunicação

 

Neste episódio celebraremos o primeiro contato do Espírito Meimei com o seu viúvo Arnaldo Rocha.

 

 

Com o objetivo de sermos fidedignos a esta história, já contada anteriormente por Arnaldo a Wallace Leal Rodrigues, transcreveremos, do livro Meimei – Vida e Mensagem, o trecho que se refere a este episódio, em vez de contá-lo com as nossas deficientes palavras.

Arnaldo faz referência à mudança de Chico Xavier para Uberaba.

– Toda a minha história Leia Mais…

Publicado por: . | 29 julho, 2013

Deus e nós – Emmanuel

  Tema – Nossa tarefa pessoal na Obra Divina.
Indubitavelmente, Deus, nosso Pai e Criador, fará que a Terra alcance a
perfeição, mas é preciso descobrir a parte do trabalho que nos compete, na condição de filhos e criaturas de Deus, no aprimoramento geral, a começar de nós e a refletir-se fora de nós.
Clareando o pensamento exposto, digamos que Deus necessita de nós outros,
conquanto não nos constranja o livre-arbítrio à cooperação; e vale notar que, através das operações que nomeamos por “nossos deveres imediatos”, é possível saber a que tarefas somos conduzidos.
Detém-te, assim, de quando em quando, para considerar os encargos de que a
Providência Divina te imcubiu, de modo indireto no quadro das lides cotidianas.
Deus é a Paternidade Suprema. Em razão disso, terá concedido ao teu coração
um ou alguns dos teus filhos, no instituto da consangüinidade, a fim de que o ajudes a moldar-lhes o caráter, embora te vejas temporariamente, muitas vezes, em absoluto esquecimento de ti mesmo, para que a abnegação atinja a sua obra completa. 
Deus é Amor. Em vista de semelhante verdade, ele te pede que ames o próximo, de tal maneira que te transfigures em mensagem viva de compreensão e
socorro fraternal a cada irmão da Humanidade que te partilhe a experiência.
Deus é Misericórdia. Fácil reconhecer que ele aguarda lhe adotes as normas de
tolerância construtiva, perdoando quantas vezes se fizerem necessárias o companheiro que se terá desviado da senda justa, propiciando-lhe novas oportunidades de serviço e elevação, no nível em que se coloque.
Deus é Trabalho. Imperioso aceitar as pequenas obrigações do dia-a-dia, quais
sejam o trato da terra, o zelo da casa, a lição a ser administrada ou recebida, o
compromisso afetivo, o dever profissional ou até mesmo a proteção a uma flor, na altura de tarefas que ele te solicita realizar com alegria, em favor da paz e da eficiência nos mecanismos da vida. 
Observa em derredor de ti e reconhecerás onde, como e quando Deus te chama em silêncio a colaborar com ele, seja no desenvolvimento das boas obras, na sustentação da paciência, na intervenção caridosa em assuntos inquietantes para que o mal não interrompa a construção do bem, na palavra iluminativa ou na seara do conhecimento superior, habitualmente ameaçada pelo assalto das trevas.
Sem dúvida, em lugar algum e em tempo algum, nada conseguiremos, na essência planejar, organizar, conduzir, instituir ou fazer sem Deus; no entanto, em atividade alguma não nos é lícito olvidar que Deus igualmente espera por nós.

Emmanuel/F C Xavier. Encontro Marcado. FEB

Publicado por: . | 27 julho, 2013

Persiste e Segue – Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Livro dos Espíritos realizado na FEEAKMINAS em 19/07/2013, por Beto Costa

Estudo do Livro dos Espíritos – Persiste e Segue from FEEAK – Frat. Est Espíritas AK on Vimeo.

Publicado por: . | 26 julho, 2013

Da segurança íntima – Emmanuel

 Ora, quem é que vos há de maltratar se
fordes zelosos do que é bom?
– Pedro. (I Pedro, 3:13.)

Se te fazes modesto sem a preocupação de exibir humildade. . . 
Se executas as próprias obrigações sem invadir a seara alheia. . .
Se auxilias sem pedir retribuição. . .
Se retificas teu erro sem culpar os outros de participação na falta que te é própria. . .
Se colaboras no levantamento do bem sem exigir o concurso alheio. . .
Se te desincumbes das responsabilidades pessoais sem reprovar a conduta do próximo…
Se sofres com paciência, sem reclamar que os semelhantes te partilhem os obstáculos. . .
Se toleras serenamente aqueles que te combatem, sem desconhecer-lhes as qualidades nobres. . .
Se carregas a cruz do aprimoramento próprio sem querer amarrá-la aos ombros dos companheiros. . .
Se cumpres com o teu dever e não aspiras a outro prêmio que não seja a consciência tranqüila…
Quem te poderá fazer mal, se procuras somente o bem? Pensa nisso, atendendo a isso, e verificarás que a segurança íntima reside em ti mesmo, qual acontece à paz da alma, que vem a ser patrimônio de cada um.

Livro: Benção de paz. GEEM

Publicado por: . | 25 julho, 2013

Aflição Vazia – mensagem de Emmanuel

Aflição Vazia – mensagem de Emmanuel from FEEAK – Frat. Est Espíritas AK on Vimeo.

Publicado por: . | 24 julho, 2013

Meimei Um amor das estrelas

MEIMEI  UM AMOR DAS ESTRELAS

  

Meimei é sol que ilumina os trites, na senda da dor. Meimei amor…(Cabet)

Irma de Castro Rocha, este encantador espírito, ficou conhecida na família espírita por Meimei.

Carinhosa expressão familiar adotada pelo casal Arnaldo Rocha[1] e Irma de Castro Rocha, a partir da leitura que estes fizeram de um livro “Momentos em Pequim” de um filósofo chinês, Lyn Yutang, que havia fugido do domínio de Mao Tsé Tung; no final, no glossário, o significado da palavra Meimei – “a noiva bem-amada”. Este apelido ficara em segredo entre o casal. Depois de desencarnada ela tratava o seu ex-consorte de “Meu Meimei”.

Irma de Castro Rocha, não foi espírita na última reencarnação, na acepção da palavra, pois fora criada na Religião Católica, mas o era pela prática de alguns princípios da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tais como caridade, benevolência, mediunidade, apesar de empírica, além de uma conduta moral ilibada.

Nasceu na cidade de Mateus Leme, Minas Gerais, a 22 de outubro de 1922 e desencarnou em Belo Horizonte, em 1º de outubro de 1946. Filha de Adolfo Castro e Mariana Castro, teve quatro irmãos: Carmem, Ruth, Danilo e Alaíde. Aos dois anos de idade sua família transferiu-se para Itaúna – MG. Aos cinco anos ficou órfã de pai. Desde cedo sobressaiu-se dos demais irmãos por ser uma criança diferente, de beleza e inteligência notáveis. Cursou até o segundo ano normal, sendo destacada aluna.

No livro “Meimei Vida e Mensagem”[2] há a seguinte afirmativa dos autores: “Meimei era católica fervorosa. Ia a missa regularmente e fazia o terço. Foi crismada num local denominado Olinda, perto de Mateus Leme, tinha quatro anos, era engraçadinha e chamava a atenção pela maneira de ser. O padre a chamou uma criança divina e começou a chamá-la de Nana, apelido com o qual começou a ser conhecida”.

A infância de Meimei foi a de uma criança pobre. Seu pai era Agente da Estação Central. Meimei era extremamente modesta e de espírito elevado. Pura e simples. Adorava crianças e tinha um forte desejo: o de ser mãe, não concretizado, não só porque o casamento, aos 22 anos de idade, durou apenas dois anos, pois faleceu aos 24 anos, como pelo agravamento da moléstia de que era portadora: nefrite crônica, acompanhada de pressão alta e necrose nos rins.

Irma de Castro, na flor dos 17 anos, se tornou uma morena clara; alta; 1,70m; cabelos pretos; ondulados e compridos; olhos grandes e negros; expressivos; vivazes. Arnaldo Rocha, afirma que ela era um misto de Scarlet O`Hara, Ofélia de “Hamlet” e mais ciumenta do que o Mouro de Veneza. Nessa época se tornou grande amiga de Arnaldo Rocha, aquele que viria a ser o seu esposo.

Casaram-se na igreja de São José, matriz de Belo Horizonte. Foi vestida de branco, simples e encantador, um chapéu branco, cheio de flores. Na saída da igreja, o casal e os convidados viveram uma cena inesquecível. Depararam com um mendigo, arrastando pela chão, de forma chocante, sujo, matrapilho e malcheiroso. Meimei, então, volta-se para o andarilho, sensibilizada pela sua condição, inclinou-se, entrega-lhe o buquê, beijando-lhe na testa. Os olhos da noiva ficaram marejados de lágrimas…

Arnaldo Rocha, afirma, que toda criança que passava por Meimei recebia o cumprimento: “Deus te abençoe”. Havia um filho imaginário. Acontecia vez por outra de Arnaldo chegar do trabalho sentar-se ao seu lado, e a mesma afirmava: “Meu bem, você está sentado em cima de meu princepezinho”. Estes pontos na vida de Meimei, retratam os compromissos adquiridos em existência anterior, na corte de Felipe II, ao lado do marido Fernando Álvares de Toledo – O Duque de Alba (Arnaldo Rocha). Nessa época seu nome teria sido Maria Henríquez. Meimei tinha a mediunidade muito aflorada, o que para seu marido na época se tratava de disfunção psíquica. Leia Mais…

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