Publicado por: . | 20 maio, 2017

Vigilância e exemplo – Estudo (65) Apocalipse

Estudo realizado por Carlos Alberto e Julio Cesar na FEEAK Minas em 20/05/2017
Apocalipse 3:2

vídeo

áudio

A Queda do Mundo Velho
Palestra com Carlos Alberto Braga Costa em 18/05/2017
Estudo Livro dos Espíritos Qs 142 a 144

vídeo

áudio

Estudo 36º Cartas de Paulo – Romanos 5: 12 a 14 – realizado por Carlos Alberto Braga em 17/05/2017

vídeo

áudio

Publicado por: . | 13 maio, 2017

A moral e a Evolução – Estudo (64) Apocalipse

Estudo do Apocalipse 3: 1 – realizado por Carlos Alberto e Julio Cesar na FEEAK Minas em 13/05/2017

vídeo

áudio

Publicado por: . | 12 maio, 2017

Morte – Poesia de Castro Alves

No extremo pólo da vida 
Diz a Morte: – Humanidade,
Sou a espada da Verdade
E a Têmis do mundo sou;
Sou a balança do destino,
O fiel desconhecido,
Lanço Cômodo no olvido
E aureolo a fronte de Hugo!
O cronômetro dos séculos
Não me torna envelhecida;
Sou morte – origem da vida,
Prêmio ou gládio vingador.
Sou anjo dos desgraçados
Que seguem na Terra errantes,
Desnorteados viajantes
Dos Niágaras da dor!
Também sou braço potente
Dos déspotas e opressores,
Que trazem os sofredores
No jugo da escravidão;
Aos bons, sou compensação,
Consolo e alívio aos precitos,
E nos maus aumento os gritos
De dores e maldição.
Sepultura do presente,
Do porvir sou plenitude,
Da alegria sou saúde
E do remorso o amargor.
Sou águia libertadora
Que abre, sobre as descrenças,
O manto das trevas densas,
E sobre a crença o esplendor.

Desde as eras mais remotas
Coso láureas e mortalhas,
E sobre a dor das batalhas
Minha asa sempre pairou;
Meu verbo é a lei da Justiça,
Meu sonho é a evolução;
Meu braço – a revolução
Austerlitz e Waterloo.
Homem, ouve-me; se às vezes
Simbolizo a guilhotina,
Minha mão abre a cortina
Que torna o mistério em luz;
E por trabalhar com Deus,
Na absoluta equidade,
Sou prisão ou liberdade
Nova aurora ou nova cruz.
Se o cristal que imita o céu
Da consciência tranqüila
É o luzeiro que cintila
Na noite do teu viver,
Oásis – dou-te o repouso,
Estrela – estendo-te lume,
Flor – oferto-te perfume,
Luz da vida – dou-te o ser!
Mas, também se a tirania
Arvora-se em lei na Terra,
Eu mando a noite da guerra
Fazer o sol do porvir;
Arremesso a minha espada,
Ateio fogo aos canhões,
Faço cair as nações
Como fiz Roma cair.
Foi assim que fiz um dia,
Ao ver o trono imperfeito
Estrangulando o Direito;
Busquei Danton, Mireabau…
E junto ao vulto de Têmis
Tomei o carro de Jove,
E fiz oitenta e nove
Quando a França me ajudou.

Então, implacavelmente,
Fiz a Europa ensangüentada
Ajoelhar-se humilhada,
Diante de tanto horror.
Das cidades fiz ossuários,
Dos campos Saaras ardentes,
Trucidei réus inocentes,
Apaguei a luz do amor.
Até que um dia o Criador,
Sempre amoroso e clemente,
Que jamais teve presente,
Nem passado nem porvir,
Bradou do cume dos réus
Num grito piedoso e forte:
“Não prossigas! Basta, Morte,
Agora é reconstruir.”
Portanto, homem, se tens
Por bússola o Bem na vida,
Olha o Sol de fronte erguida,
Espera-me com fervor.
Abrir-te-ei meus tesouros,
Serei tua doce amante,
Cujo seio palpitante
Guardar-te-á – paz e amor.

Se às vezes se te afigura
Que sou a foice impiedosa,
Horrenda, fria, orgulhosa,
Que espedaça os teus heróis,
Verás que sou a mão terna
Que rasga abismos profundos,
E mostra bilhões de mundos,
E mostra bilhões de sóis.
Conduzo seres aos Céus,
À luz da realidade;
Sou ave da Liberdade
Que ao lodo da escravidão
Venho arrancar os espíritos,
Elevando-os às alturas:
Dou corpos às sepulturas,
Dou almas para a amplidão!”
A Morte é transformação,
Tudo em teu seio revive:
Esparta, Tebas, Ninive,
Em queda descomunal,
Revivem na velha Europa;
E como faz às cidades;
Remodela humanidades,
No progresso universal.

Médium : Frâncico Cândido Xavier – “ Parnaso de Além Túmulo

Publicado por: . | 12 maio, 2017

Morte – 0 que significa para você?

Palestra realizada por Eduardo Mendes na FEEAK Minas em 11/05/2017

vídeo

áudio

Estudo 35º Cartas de Paulo – Romanos 5:21 com Carlos Alberto Braga em 10/05/2017

 

Vídeo

 

áudio

Publicado por: . | 10 maio, 2017

Decálogo da palavra – Espírito Hilário Silva

DECÁLOGO DA PALAVRA

1) Não grite. Converse. A voz muito alta é semelhante a uma agressão sonora.
2) Não discuta. O diálogo é a melhor forma de entendimento.
3) Não conte vantagens. Muitos de nossos interlocutores possuem méritos que ainda estamos longe de adquirir.
4) Não ridicularize a ninguém. Todos somos passíveis de errar.
5) Não critique. Nenhum de nós está isento de observações corretivas, em nosso próprio favor.
6) Fale auxiliando. Uma frase de compreensão e de simpatia ampara sempre.
7) Não censure a quem quer que seja. Quando não seja exatamente por nós, precisamos de apoio verbal construtivo, em benefício de muitos dos nossos entes amados.
8) Não use palavras inadequadas ou ofensivas a essa ou àquela pessoa. Todos precisamos do respeito de uns para com os outros, a fim de vivermos em paz.
9) Não escolha o pessimismo para liderar a sua conversação. Não existe ninguém que não necessite de esperança e otimismo, na execução do próprio dever.
10) Nunca se arrependerá você de haver falado bem. É pela palavra edificante que mais depressa nos deslocamos para diante, buscando as conquistas da Vida Imperecível.

Pelo Espírito Hilário Silva. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Fé. Lição nº 06. Página 24.

Na intimidade do lar – Lindos Casos Chico Xavier
Aquele dia foi um dia de alegria. Chico fazia questão de servir à mesa. Pão a um, café a outro.
A todos dava a sua atenção e a sua palavra. Estendia a xícara fumegante e servia com amor.
Quando entrara em nossa casa encontrara o Arus. Menino de dois anos de idade, simpático, cabelos encaracolados, louros como o cabelo das espigas…
O garoto corria pela casa e o Chico tomou-o nos braços e perguntou:
– Como se chama?
– Arus – , respondemos.
E ele, imediatamente, sem pestanejar, acrescentou num relâmpago:
– Sura, não é?
A princípio não entendemos bem, mas vimos que Sura era Arus de traz para diante. Dissemos isso, e ele riu, esclarecendo: este menino pertenceu à orgulhosa gens cornélia, à família de Emmanuel, quando Publius Lêntulus em Roma…
Chico demonstraria sempre grande interesse e amor pelo Arus, trazia-lhe presentes, roupas etc.
Sentia-se que algum laço os ligava.
Ora, em Roma, Chico havia sido Flavia, filha de Publius Lêntulus, o orgulhoso Senador, que conversou com Cristo à beira do lago…
-“Por que me procuras à noite, senador?” perguntara-lhe Jesus Cristo.
“Por que não me buscais na claridade do dia?”
O senador que o buscara na noite, temeroso de ser visto em sua companhia, e que ali fora pedir auxílio para sua filha Flávia, gravemente enferma, baixou a cabeça.
– “Por que não me segues? Deixa tudo e vem… – dissera ainda Jesus.
Foi um minuto apenas. A indecisão tomara o seu espírito, mas ele não teve coragem talvez, assim como o moço rico, de deixar os seus bens, a sua posição social e o seu poder e não ouviu a voz do Mestre. Dois mil anos depois estaria na Terra sofrendo pelo erro da indecisão de um minuto. Reencarnara uma vez como escravo, Nestório, sentira a força dos senhores de Roma e acompanhara os martírios de seu filho Cyro. Ai, então, começara a aceitar Jesus. Vemo-lo mais tarde em Renúncia como o Padre Damiano e no Ave, Cristo!, como Basílio, o músico e filósofo (escravo). No Brasil, surgiria como o padre Manoel da Nobrega, Geral dos Jesuítas, que, juntamente com Anchieta, lançaria as bases não só da nossa civilização, mas também do pensamento evangélico cristão em terras de Santa Cruz.
Figura extraordinária, maravilhosa, de homem e de pensador, poeta sensível e puro, guia espiritual amoroso e amigo das multidões…
Também este pertencia à gens cornélia…
Sura, não é? Dissera o Chico.
Nós ficamos contemplando o garotinho.
Mais tarde Chico, diria, quando o Arus já era moço:
O sábio Arus, e acrescentaria:
– Esse rapaz, antes de renascer foi um dos meus guias espirituais.
E o nosso pensamento haveria de acompanhá-lo. Seria isso verdade? Mas o Chico não mente. Fosse o que fosse o futuro confirmaria ou não a sua assertiva.
***
Nós, quando o Chico se foi, ficamos olhando um par de meias que ele deixara ali. Saíra de sapatos sem meias, prova de que não usava meias.
Mas tarde haveríamos de perceber que quando o Chico se sentava à mesa para psicografar, automaticamente, talvez mesmo sem sentir, tirava os sapatos com os próprios pés e ficava descalço. Só olhando para baixo da mesa é que se via. Costumava ficar mexendo com os pés, um no outro, e enfiando os dedos nos dedos.
***
Que Deus abençoe o biógrafo Raniere pelo seu esforço para nos legar, com tanta sensibilidade, esse contributo que remonta Histórias Inesquecíveis. C A B Costa

Fonte: Recordações de Chico Xavier. R. A. Raniere EDIFRATER

Estudo realizado na FEEAK Minas por Carlos Alberto e Julio Cesar Moreira

Estudo de O Livro dos Espíritos realizado por Carlos Alberto Braga Costa na FEEAK Minas em 04/05/2017

Estudo realizado por Carlos Alberto Braga Romanos 5: 1 a 11 – em 03/05/2017

vídeo

áudio

Older Posts »

Categorias