Estudo realizado na FEEAK Minas por Carlos Alberto Braga em 19/04/2018

 

Publicado por: . | 17 abril, 2018

A Oração do Justo

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“A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” – (Tiago, 5:16.)

Considerando as ondas do desejo, em sua força vital, todo impulso e todo anseio constituem também orações que partem da Natureza.

O verme que se arrasta com dificuldade, no fundo está rogando recursos de locomoção mais fácil.

A loba, cariciando o filhotinho, no imo do ser permanece implorando lições de amor que lhe modifiquem a expressão selvagem.

O homem primitivo, adorando o trovão, nos recessos d’alma pede explicações da Divindade, de maneira a educar os impulsos de fé.

Todas as necessidades do mundo, traduzidas no esforço dos seres viventes, valem por súplicas das criaturas ao Criador e Pai.

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Publicado por: . | 16 abril, 2018

Resposta Celeste

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Solicitando Bartolomeu esclarecimentos quanto às respostas do Alto às súplicas dos homens,

respondeu Jesus para elucidação geral:

— Antigo instrutor dos Mandamentos Divinos ia em missão da Verdade Celeste, de uma

aldeia para outra, profundamente distanciadas entre si, fazendo-se acompanhar de um cão amigo,

quando anoiteceu, sem que lhe fosse possível prever o número de milhas que o separavam do destino.

Reparando que a solidão em plena Natureza era medonha, orou, implorando a proteção

do Eterno Pai, e seguiu.  Leia Mais…

Publicado por: . | 15 abril, 2018

Tenhamos Paz

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“Tende paz entre vós.” – Paulo. (1ª Epístola aos Tessalonicenses, 5:13.)

Se não é possível respirar num clima de paz perfeita, entre as criaturas, em face da ignorância e da belicosidade que predominam na estrada humana, é razoável procure o aprendiz a serenidade interior, diante dos conflitos que buscam envolvê-lo a cada instante. 

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Publicado por: . | 15 abril, 2018

Vida e Posse – psicografia de Chico Xavier

Publicado por: . | 14 abril, 2018

Educação No Lar

“Vós fazeis o que também vistes junto de vosso Pai. ”
Jesus (JOÃO, 8: 38)

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Preconiza-se na atualidade do mundo uma educação pela liberdade plena dos instintos do homem, olvidando-se, pouco a pouco, os antigos ensinamentos quanto à formação do caráter no lar; a coletividade, porém, cedo ou tarde, será compelida a reajustar seus propósitos.
Os pais humanos têm de ser os primeiros mentores da criatura.

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Publicado por: . | 13 abril, 2018

Antologia da Amizade

ANTOLOGIA  DA  AMIZADE

 

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Atende ao bem, conquanto as dificuldades que encontres para isso.
 Quando a noite se adensa no caminho, envolvendo todos os ângulos do espaço, uma vela acesa tem o esplendor de uma estrela que descesse do Céu para varrer na Terra a força negativa da escuridão.
 Aspiras a vencer e vencerás, mas lembra-te de que vencer sem abrir os caminhos da vitória para os outros é avançar para o tédio da inutilidade sob o frio da solidão.
 Não condenes pessoa alguma.
 Somos todos irmãos ante a Providência Divina, interligados no trabalho do dia-a-dia em função de nosso aperfeiçoamento mútuo.
 Haja o que houver, adianta-te e faze o melhor que possas. Leia Mais…
Publicado por: . | 11 abril, 2018

Interpretação dos Textos Sagrados

INTERPRETAÇÃO DOS TEXTOS SAGRADOS

 

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“Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. ”

(I PEDRO, 1: 20)

Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Sua luz imperecível brilha sobre os milênios terrestres, como o Verbo do princípio, penetrando o mundo, há quase vinte séculos.

Lutas sanguinárias, guerras de extermínio, calamidades sociais não lhe modificaram um til nas palavras que se atualizam, cada vez mais, com a evolução multiforme da Terra. Tempestades de sangue e lágrimas nada mais fizeram que avivar­lhes a grandeza. Entretanto, sempre tardios no aproveitamento das oportunidades preciosas, muitas vezes, no curso das existências renovadas, temos desprezado o Caminho, indiferentes ante os patrimônios da Verdade e da Vida.

O Senhor, contudo, nunca nos deixou desamparados.

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Publicado por: . | 31 março, 2018

FEEAK 10 Anos – Prece da União

Publicado por: . | 31 março, 2018

O Suplício de Jesus – Depoimento de Chico Xavier

Palestra em áudio com Carlos Alberto Braga realizada no Grupo Fraternidade I Glacus em BH, 30/03/2018

Publicado por: . | 26 março, 2018

A Palavra da Cruz – Espírito Emmanuel

“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós que somos salvos é o poder de Deus.” (Paulo. I Coríntios – 1:18)

A mensagem da cruz é dolorosa em todos os tempos.  

Do Calvário desceu para o mundo uma voz, a princípio desagradável e incompreensível. .

No martirológio do Mestre situavam-se todos os argumentos de negação superficialmente absoluta.

O abandono completo dos mais amados.

A sede angustiosa.

Capitulação irremediável.

Perdão espontâneo que expressava humilhação plena.

Sarcasmo e ridículo entre ladrões.

Derrota sem defensiva.

Morte infamante.

Mas o Cristo usa o fracasso aparente para ensinar o caminho da Ressurreição Eterna, demonstrando que o “eu” nunca se dirigirá para Deus, sem o aprimoramento e sem a sublimação de si próprio.

Ainda hoje, a linguagem da cruz é loucura para os que permanecem interminavelmente no círculo de reencarnações de baixo teor espiritual; semelhantes criaturas não pretendem senão mancomunar-se com a morte, exterminando as mais belas florações do sentimento.

Dominam a muitos, incapazes do próprio domínio, ajuntam tesouros que a imprudência desfaz e tecem fios escuros de paixões obcecantes em que sucumbem, vezes sem conta, à maneira da aranha encarcerada nas próprias teias.

Repitamos a mensagem da cruz ao irmão que se afoga na carne e ele nos classificará à conta de loucos, mas todos nós, que temos sido salvos de maiores quedas pelos avisos da fé renovadora, estamos informados de que, nos supremos testemunhos, segue o discípulo para o Mestre, quanto o Mestre subiu para o Pai, na glória oculta da crucificação.

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Fonte Viva. Lição nº 97. Página 223.

Publicado por: . | 23 março, 2018

Ação de Graças – Espírito Emmanuel

 

AÇÃO DE GRAÇAS

            “Tomou o cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo:  Bebei dele                          todos”.    (Mateus, 26:27)

No mundo, as festividades gratulatórias registram invariavelmente os triunfos passageiros da experiência física.

Lautos banquetes comemoram reuniões da família consanguínea, músicas alegres assinalam o término de contendas na justiça dos homens, nas quais, muitas vezes, há vítimas ignoradas, soluçando na sombra.

Com Jesus, no entanto, vemos um ato de ação de graças que parece estranho à primeira vista. 

O Mestre Divino ergue Hosanas ao Pai, justamente na hora em que vai partir ao encontro do sacrifício supremo.

– Conhecerá desoladora solidão no Jardim das Oliveiras…

– Padecerá injuriosa prisão…

– Meditará na incompreensão de Judas…

– Ver-se-á negado por Simão Pedro…

– Experimentará o escárnio público…

– Será preterido por Barrabás, o delinqüente infeliz…

– Sorverá fel, sob a coroa de espinhos…

– Recolherá o abandono e o insulto.

– Sofrerá injustificável condenação…

E receberá a morte na cruz entre dois malfeitores…

Entretanto, agradece…

É que na lógica do Senhor, acima de tudo, brilham os valores eternos do espírito.

O Cristo louva o Todo-Misericordioso pela oportunidade de completar com segurança o seu Divino Apostolado na Terra, rendendo graças pela confiança com que o Pai o transforma em exemplo vivo para a redenção das criaturas humanas, embora essa redenção lhe custe martírio e flagelação, suor e lágrimas.

Não te percas desse modo, em lances festivos sobre pretensas conquistas na carne que a morte confundirá hoje ou amanhã, mas, no turbilhão da luta que santifica e aperfeiçoa, saibamos agradecer os recursos com que Deus nos aprimora para a beleza da luz e para a glória da vida.

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.Livro: Palavras de Vida Eterna. Lição nº 19. Página 51

 

Publicado por: . | 21 março, 2018

Na hora da Cruz – Espírito Humberto de Campos

Quando o Mestre se afastou do Pretório, suportando o madeiro a que fora sentenciado pelo povo em desvario, pungentes reflexões lhe assomavam ao pensamento.

Que fizera senão o bem? Que desejara aos perseguidores senão a benção da alegria e a visitação da luz?

Quando receberiam os homens o dom da fraternidade e da paz?

Devotara-se aos doentes com carinho, afeiçoara-se aos discípulos com fervor…

Entretanto, sentia-se angustiadamente só.

Doíam-lhe os ombros dilacerados. 

Porque fora libertado Barrabás, o rebelde, e condenado ele, que reverenciava a ordem e a disciplina?

Em derredor, judeus irritados ameaçavam-no erguendo os punhos, enquanto legionários semi-ébrios proferiam maldições.

A saliva dos perversos fustigava-lhe o rosto e, inclinando-o para o solo, a cruz enorme pesava…

“Ó Pai! – refletia, avançando dificilmente – que fiz para receber semelhante flagelação?”

Anciãs humildes tentavam confortá-lo, mas, curvado qual se via, nem mesmo lhes divisava os semblantes.

“Porque a cruz? – continuava meditando, agoniado – porque lhe cabia tolerar o martírio reservado aos criminosos?”

Lembrou as crianças e as mulheres simples da Galiléia, que lhe compreendiam o olhar, recordando, saudoso, o grande lago, onde sentia a presença do Todo-Compassivo, na bondade da natureza…

Lágrimas quentes borbotavam-lhe dos olhos feridos, lágrimas que suas mãos não conseguiam enxugar.

Turvara-se-lhe a visão e, incapaz de mais seguro equilíbrio sobre o pedregulho do caminho estreito, tropeçou e caiu de joelhos.

Guardas rudes vergastaram-lhe a face com mais violência.

Alguns deles, porém, acreditando-o sob incoercível cansaço, obrigaram Simão, o Cirineu, que voltava do campo, a auxiliá-lo na condução do madeiro.

Constrangido, o lavrador tomou sobre os ombros o terrível instrumento de tortura e só então conseguiu Jesus levantar a cabeça e contemplar a multidão que se adensava em torno.

E observando a turba irada, oh! sublime transformação!…

Notou que os circunstantes estavam algemados a tremendas cruzes, invisíveis ao olhar comum.

O primeiro que pode analisar particularmente foi Joab, o cambista, velho companheiro de Anás, nos negócios do Templo. Ele se achava atado ao lenho da usura. Vociferava, aflito, escancarando a garganta sequiosa de ouro.

Não longe, Apolônio, o soldado da coorte, mostrava-se agarrado à enorme cruz da luxúria, repleta de vermes roazes a lhe devorarem o próprio corpo.

Caleb, o incensador, berrava frenético, entretanto, apresentava-se jungido ao madeiro do remorso por homicídios ocultos.

Amós, o mercador de cabras, arrastava a cruz da enfermidade que o forçava a sustentar-se em vigorosas muletas.

José de Arimatéia, o amigo generoso, que o seguia, discreto, achava-se preso ao frio lenho dos deveres políticos, e Nicodemos, o doutor da Lei, junto dele, vergava, mudo, sob o estafante madeiro da vaidade.

Todas as criaturas daquele estranho ajuntamento traziam consigo flagelações diversas.

O Mestre reconhecia-as acabrunhado.

Eram cruzes de ignorância e miséria, de revolta e concupiscência, de aflição e despeito, de inveja e iniquidade.

Tentou concentrar-se em maior exame, contudo, piedosas mulheres em lágrimas acercavam-se dele, de improviso.

– Senhor, que será de nós, quando partires? – gritava uma delas.

– Senhor, compadece-te de nossa desventura!… – suplicava outra.

– Senhor, nós te lamentamos!…

– Mestre, pobre de ti!…

O Cristo fitou-as, admirado.

Todas exibiam asfixiantes padecimentos.

Viu que, entre elas, Maria de Cleofas trazia a cruz da maternidade dolorosa, que Maria de Magdala pranteava sob a cruz da tristeza e que Joana de Cusa, que viera igualmente às celebrações da Páscoa, sofria sob o madeiro do casamento infeliz…

Azorragues lamberam-lhe a cabeça coroada de espinhos.

A multidão começava a mover-se, de novo.

Era preciso caminhar…

Foi então que o Celeste Benfeitor, acariciando a própria cruz que Simão, o Cirineu passara a carregar, nela sentiu precioso rebento de esperança, com que o Pai Amoroso lhe agraciara o testemunho, a fim de que as sementes da renovação espiritual felicitassem a Humanidade.

E, endereçando compadecido olhar às mulheres que o cercavam, pronunciou as inesquecíveis palavras do Evangelho:

– Filhas de Jerusalém, não choreis por mim!… Chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos, porque dias virão em que direis: bem aventurados os ventres que não geraram e os seios que não amamentaram!… Então, clamareis para os montes: Caí sobre nós! – e rogareis aos outeiros: Cobri-nos! – Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará com o lenho seco?

 

Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Cartas e Crônicas. Lição nº 25. Página 109.

 

Publicado por: . | 19 março, 2018

A coroa – Emmanuel

 

E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça.” (Marcos, 15:17.)

 

Quase incrível o grau de invigilância da maioria dos discípulos do Evangelho, na atualidade, ansiosos pela coroa dos triunfos mundanos.

Desde longo tempo, as Igrejas do Cristianismo deturpado se comprazem nos grandes espetáculos, através de enormes demonstrações de força política.

E forçoso é reconhecer que grande número das agremiações espiritistas cristãs, ainda tão recentes no mundo, tendem às mesmas inclinações.

Individualmente, os prosélitos pretendem o bem-estar, o caminho sem obstáculos, as considerações honrosas do mundo, o respeito de todos, o fiel reconhecimento dos elevados princípios que esposaram na vida, por parte dos estranhos.

Quando essa bagagem de facilidades não os bafeja no serviço edificante, sentem-se perseguidos, contrariados, desditosos.

Mas… e o Cristo? não bastaria o quadro da coroa de espinhos para atenuar-nos a inquietação?

Naturalmente que o Mestre trazia consigo a Coroa da Vida; entretanto, não quis perder a oportunidade de revelar que a coroa da Terra ainda é de espinhos, de sofrimento e trabalho incessante para os que desejem escalar a montanha da ressurreição divina.

Ao tempo em que o Senhor inaugurou a Boa Nova entre os homens, os romanos coroavam-se de rosas; mas, legando-nos a sublime lição, Jesus dava-nos a entender que seus discípulos fiéis deveriam contar com distintivos de outra natureza.

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Caminho, Verdade e Vida. Lição nº 96. Página 207.

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