Publicado por: . | 20 novembro, 2018

NOSSA  CASA

Nossa Casacerebro-capaz-construir-musculos-pensamento

Emmanuel

A mente é a casa onde cada um de nós reside, segundo as nossas próprias concepções.

 

A imaginação é o arquiteto de nosso verdadeiro domicílio.

 

Se julgarmos que o ouro é o material adequado à nossa construção, cedo sofremos a ventania destruidora ou enregelante da ambição e da inveja, do remorso e do tédio, que costuma envolver a fortuna, em seu castelo de imprevidência. Leia Mais…

Publicado por: . | 19 novembro, 2018

S O S – com a palavra Espírito André Luiz

A existência é comparável ao firmamento que nem sempre surge anilado.

Dias sobrevêm nos quais as nuvens da prova se entrechocam de improviso, estabelecendo o aguaceiro das lágrimas.

Raios de angústia varrem o céu da esperança, granizos de sofrimento apedrejam os sonhos, rajadas de calúnia açoitam a alma, enxurrada carreando maledicência invade o caminho anunciando subversão.

Multiplicam-se os problemas, traçando os testes do destino em que nos verificará o aproveitamento dos valores que o mundo nos oferece.

Entretanto, a facilitação de cada problema solicita três atitudes essencialmente distintas, tendendo ao mesmo fim.

Silêncio diante do caos.

Oração à frente do desafio.

Serviço perante o mal.

Se a discórdia ameaça, façamos silêncio.

Se a tentação aparece, entenebrecendo a estrada, recorramos à oração.

Se a ofensa nos injuria, refugiemo-nos no serviço.

Toda perturbação pode ser limitada pelo silêncio até que se lhe extinga o núcleo de sombra.

Toda impropriedade mental desaparece se lhe antepomos a luz da oração.

Todo desequilíbrio engenhado pelas forças das trevas é suscetível de se regenerar pela energia benéfica do serviço.

O trânsito da vida possui também sinalização peculiar.

Silêncio – previne contra o perigo.

Oração – prepara a passagem livre.

Serviço – garante a marcha correta.

Em qualquer obstáculo, valer-se desse trio de paz, discernimento e realização, é assegurar a própria felicidade.

S O S é hoje o sinal de todas as nações para configurar as súplicas de socorro e, na esfera de todas as criaturas, existe outro S O S, irmanando Silêncio, Oração e Serviço, como sendo a síntese de todas as respostas.

Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco C.Xavier. Livro: Senda para Deus. Lição nº 03. Página 19.

 

Publicado por: . | 19 novembro, 2018

Os sete anjos e trombetas – (129) Apocalipse

Estudo sobre o livro Apocalipse 8: 4 a 6 com Carlos Alberto e Júlio César em 17/11/2018

 

Publicado por: . | 18 novembro, 2018

Apelo

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Emmanuel

    

Meus amigos.

Não basta recolher os frutos do caminho. É necessário fazer luz dentro dele para que não nos percamos nas trevas.

Amealhar os benefícios imediatos do Espiritismo, procurando-lhe as gratificações consoladoras será compreensível para nós todos, mormente na hora escura que a Terra vai atravessando no inquietante período de transição da atualidade.

Entretanto, não basta fartar-se a alma de reconforto superficial, de vez que o alívio nem sempre significa solução.

Saibamos aproveitas as graças e os favores da Doutrina de Amor que nos enriquece de conhecimento e esperança, plasmando no espírito a renovação que nos é indispensável.

Para isso, descurar o Evangelho será esquecer a escola e menosprezar a lição.

Consagremos alguns minutos, cada dia, à procura de orientação com o Instrutor da Imortalidade.

Evangelho no coração para que aprendamos a sentir.

Evangelho no pensamento para que não nos falhe o equilíbrio.

Evangelho na palavra para que não nos prendamos à perturbação.   Evangelho nos braços para que a preguiça não nos faça cair em seus despenhadeiros de sofrimento.

Para isso, é necessário ler os ensinamentos do Senhor e meditar-lhes a essência, imprimindo rumo certo ao barco de nossa vida.

Sem a bússola, a embarcação vagueia sem rumo. Leia Mais…

Publicado por: . | 17 novembro, 2018

PERDOADOS,  MAS NÃO LIMPOS

 

Perdoados, mas não LimposImagem relacionada

Emmanuel

Em nossas faltas, na maioria das vezes, somos imediatamente perdoados, mas não limpos.

 

Fomos perdoados pelo fel da maledicência, mas a sombra que tencionávamos esparzir, na estrada alheia, permanece dentro de nós por agoniado constrangimento.

 

Fomos perdoados pela brasa da calúnia, mas o fogo que arremessamos à cabeça do próximo passa a incendiar-nos o coração.

 

Fomos perdoados pelo corte da ofensa, mas a perda atirada aos irmãos do caminho volta incontinenti, a lanhar-nos o próprio ser.

 

Fomos perdoados pela manifestação de fraqueza, mas o desastre que provocamos é dor moral que nos segue os dias.

 

Fomos perdoados por todos aqueles a quem ferimos, no delírio da violência ma, onde estivermos, é preciso extinguir os monstros do remorso que os nossos pensamentos articulam, desarvorados.

 

Chaga que abrimos na alma de alguém pode ser luz e renovação nesse mesmo alguém, mas será sempre chaga de aflição a pesar-nos na vida. Leia Mais…

Publicado por: . | 16 novembro, 2018

Acalma-te – psicografia de Chico Xavier

Publicado por: . | 15 novembro, 2018

CARTA  AOS  TRISTES

CARTA  AOS  TRISTEScasimiro-cunha

Casimiro Cunha

 

Alma irmã de nossas almas, Por que vives triste assim?

Todos os males da Terra Chegarão, um dia, ao fim.

 

Se tens o teu pensamento

Na ideia da salvação, Já deves compreender Que o mundo é de provação.

 

É justo que sintas muito

As lágrimas da saudade,

Que chores um ente amigo Na senda da iniquidade.

 

É certo que neste mundo,

Onde há espinho em toda a estrada Não há lugar para o excesso Do riso ou da gargalhada.

 

Mas, ouve. O amor de Jesus É como um sol de harmonia. Quem se banha em Sua luz Vive em perene alegria.

 

Demasia de tristeza É sinal de isolamento.

Quem foge à fraternidade Busca a sombra e o desalento.

 

Guarda o bem de teus esforços

Num plano superior, Não há tristeza amargosa Para quem ama o labor.

 

Transforma as experiências

Pelas quais hajas passado, Num livro Leia Mais…

Publicado por: . | 14 novembro, 2018

Nas Leis do Amor

Nas Leis do Amorchuon-chuon-ot

 

Reunião pública de 27-2-61

1ª Parte, cap. III, item 12

 

 

Se alguém te fala em descanso inútil depois da morte, pensa nos que sofrem por amor, na experiência terrestre.

Indaga das mães devotadas se teriam coragem de relegar os filhos delinquentes à solidão da masmorra…

Preferem chorar na pocilga, trabalhando por eles, a morarem no paraíso com o peito rebentando de lágrimas.

Pergunta aos pais afetuosos se pediriam a força para os rebentos do próprio sangue, comprometidos em débitos insolúveis…

Escolhem a condição dos grilhetas, de modo a vê-los recuperados, renunciando aos prêmios que a sociedade lhes destine à honradez.

Inquire da esposa abnegada se deixaria o companheiro enredado à loucura, pra brilhar num desfile  de santidade…

Disputará as vigílias no manicômio para servi-lo, fugindo aos louros da praça pública. Interroga do amigo verdadeiro se deixará o amigo confiante em  dificuldade…

Aceitará partilhar-lhe as provações, recusando os privilégios com que o mundo lhe  acene.

***

Isso acontece na Terra, onde o amor ainda se mistura ao egoísmo, qual o outro perdido na ganga do solo.

Para além das cinzas do túmulo, há paz de consciência e alegria profunda no dever nobremente cumprido, mas, se te afeiçoas à bondade e à renúncia, poderás quanto quiseres continuar auxiliando os entes amados, que aprendeste a venerar e querer, ou prosseguir exaltando os ideais e as tarefas edificantes que abraças. Leia Mais…

Publicado por: . | 13 novembro, 2018

NA EDIFICAÇÃO DA FÉ

Na Edificação da Fé SEARA

Emmanuel

 

Ninguém edificará o santuário da fé no coração, sem associar-se, com toda alma, ao trabalho, naquilo que o trabalho oferece de belo e de superior dentro da vida.

*

Para alcançar, porém, a divina construção, não nos basta os primores intelectuais, a eloqüência preciosa, o êxtase contemplativo ou a desenvoltura dos cálculos no campo da inteligência.

*

Grandes gênios do raciocínio são, por vezes, demônios da tirania e da morte.

*

Admiráveis doutrinadores, em muitas ocasiões, são vitrinas de palavras brilhantes e vazias.

*

Muitos adoradores da Divindade, frequentemente, mergulham na preguiça a pretexto de cultuar a Glória Celeste.

*

Famosos matemáticos, não raro, são símbolos de sagacidade e exploração inferior.

*

Amemos o trabalho que a Eterna Sabedoria nos conferiu, onde nos situamos, afeiçoando-nos à sua execução sempre mais nobre, cada dia, e

seremos premiados pela grande compreensão, matriz abençoada de toda a

confiança, de toda a serenidade e de todo o engrandecimento do espírito.

*

Para penetrar os segredos da estatuária, o escultor repete os golpes do buril milhões de vezes.

*

Para produzir o vaso de que se orgulhará em sua missão bem cumprida, o oleiro demora-se infinitamente ao contato da argila. Leia Mais…

Publicado por: . | 12 novembro, 2018

Amor, alimento das almas – Artigo

AMOR, ALIMENTO DAS ALMAS

 Felipe Estabile Moraes

[estabile@uol.com.br]

 

            Muito refletimos sobre o que nos “alimenta”. Sobre o que nos proporciona bem-estar, sustentação.   

            Esta oportunidade nos foi ofertada pela União Espírita Mineira ao sermos convidados para apresentar este tema na Feira do Livro Espírita, em outubro de 2018.

Recorremos, inicialmente, à comparação feita por Jesus entre a mesa que recebe o alimento material e também o alimento espiritual.  É o conhecido Capítulo “O Culto Cristão no Lar, do livro “Jesus no Lar”, de Neio Lúcio, quando Jesus afirma:

 

“O berço doméstico é a primeira escola e o primeiro templo da alma. A casa do homem é a legítima exportadora de caracteres para a vida comum.  Se o negociante seleciona a mercadoria, se o marceneiro não consegue fazer um barco sem afeiçoar a madeira aos seus propósitos, como esperar uma comunidade segura e tranquila sem que o lar se aperfeiçoe?  A paz do mundo começa sob as telhas a que nos acolhemos. Se não aprendemos a viver em paz, entre quatro paredes, como aguardar a harmonia das nações?  Se nos não habituamos a amar o irmão mais próximo, associado à nossa luta de cada dia, como respeitar o Eterno Pai que nos parece distante?

 

Jesus relanceou o olhar pela sala modesta, fez pequeno intervalo e continuou:

 

— Pedro, acendamos aqui, em torno de quantos nos procuram a assistência fraterna, uma claridade nova. A mesa de tua casa é o lar de teu pão. Nela, recebes do Senhor o alimento para cada dia. Porque não instalar, ao redor dela, a sementeira da felicidade e da paz na conversação e no pensamento? O Pai, que nos dá o trigo para o celeiro, através do solo, envia-nos a luz através do Céu. Se a claridade é a expansão dos raios que a constituem, a fartura começa no grão. Em razão disso, o Evangelho não foi iniciado sobre a multidão, mas, sim, no singelo domicílio dos pastores e dos animais.”

 

Reflexão importante. Necessitamos do sustento, por meio da alimentação. No plano físico, o alimento material, o pão, que dará a necessária sustentação ao corpo físico. Espiritualmente necessitamos do sustento, para a alma. E o Mestre faz o convite a Pedro, e também a todos nós, da sementeira do Amor, da Caridade.

Retomamos a conhecida pergunta de “O Livro dos Espíritos”, relativa à Caridade:

 

  1. 886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?

“Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.”

 

Allan Kardec, em seu comentário, nos auxilia no entendimento:

 

“O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejáramos nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos.”

 

Desta forma procuramos entender melhor o significado do amor ao próximo, da fraternidade, que procuramos sentir em nossos corações.

No Livro “Nosso Lar”, de André Luiz, temos um capítulo com o título “Amor, Alimento das Almas”. Em forma de diálogos, envolvido em ambiente de fraternal entendimento, vamos aprendendo um pouco mais sobre este interessante tema. Interessante, é que conversação se dá no lar de Dona Laura, a nos convidar para aproveitarmos este ambiente para nossa edificação espiritual, na forma do convite de Jesus a Pedro.

Inicialmente, a conversa se dá em torno da necessidade de alimentação no plano espiritual. A senhora Laura comenta:

 

— Afinal, nossas refeições aqui são muito mais agradáveis que na Terra. Há residências, em “Nosso Lar” que as dispensam quase por completo; mas, nas zonas do Ministério do Auxílio, não podemos prescindir dos concentrados fluídicos, tendo em vista os serviços pesados que as circunstâncias impõem. Despendemos grande quantidade de energias. É necessário renovar provisões de força.

 

Uma jovem que participa da conversação, complementa:

 

“Todos os Ministérios, inclusive o da União Divina, não os dispensam, diferindo apenas a feição substancial. Na Comunicação e no Esclarecimento há enorme dispêndio de frutos. Na Elevação o consumo de sucos e concentrados não é reduzido, e, na União Divina, os fenômenos de alimentação atingem o inimaginável.”

 

            A mãe de Lísias amplia o tema, incluindo o Amor como base de toda alimentação:

 

“— Nosso irmão talvez ainda ignore que o maior sustentáculo das criaturas é justamente o amor. De quando em quando, recebemos em “Nosso Lar” grandes comissões de instrutores, que ministram ensinamentos relativos à nutrição espiritual. Todo sistema de alimentação, nas variadas esferas da vida, tem no amor a base profunda. O alimento físico, mesmo aqui, propriamente considerado, é simples problema de materialidade transitória, como no caso dos veículos terrestres, necessitados de colaboração da graxa e do óleo. A alma, em si, apenas se nutre de amor. Quanto mais nos elevarmos no plano evolutivo da Criação, mais extensamente conheceremos essa verdade. Não lhe parece que o amor divino seja o cibo  do Universo?”

 

Lísias, complementa:

 

“— Tudo se equilibra no amor infinito de Deus, e, quanto mais evolvido o ser criado, mais sutil o processo de alimentação. O verme, no subsolo do planeta, nutre-se essencialmente de terra. O grande animal colhe na planta os elementos de manutenção, a exemplo da criança sugando o seio materno. O homem colhe o fruto do vegetal, transforma-o segundo a exigência do paladar que lhe é próprio, e serve-se dele à mesa do lar. Nós outros, criaturas desencarnadas, necessitamos de substâncias suculentas, tendentes à condição fluídica, e o processo será cada vez mais delicado, à medida que se intensifique a ascensão individual.”

 

            O Amai-vos uns aos outros passa, então, a ser melhor interpretada, pela expressão da senhora Laura:

 

“(…)Jesus não preceituou esses princípios objetivando tão somente os casos de caridade, nos quais todos aprenderemos, mais dia menos dia, que a prática do bem constitui simples dever. Aconselhava-nos, igualmente, a nos alimentarmos uns aos outros, no campo da fraternidade e da simpatia. O homem encarnado saberá, mais tarde, que a conversação amiga, o gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mútua, a luz da compreensão, o interesse fraternal — patrimônios que se derivam naturalmente do amor profundo — constituem sólidos alimentos para a vida em si. Reencarnados na Terra, experimentamos grandes limitações; voltando para cá, entretanto, reconhecemos que toda a estabilidade da alegria é problema de alimentação puramente espiritual. Formam-se lares, vilas, cidades e nações em obediência a imperativos tais.

 

Vamos refletindo e aprendendo, desde já, o bem que nos faz uma boa conversação, a confiança entre amigos e irmãos. Já conseguimos sentir como isto é importante para nós, para a nossa vida. Como nos sentimos realmente alimentados, sustentados quando temos essas oportunidades de trocas singelas e sinceras de afeto, entre Espíritos imortais.

Vamos entendendo que o alimento material tem origem no Amor Divino e nele estamos envolvidos. Em nossa jornada evolutiva, rumo à perfectibilidade, vamos encontrando Espíritos que amamos e que nos amam. Em contato com esses irmãos, vamos nos alimentando espiritualmente, colocando em prática a verdadeira Caridade, conforme entendia Jesus. A reciprocidade no Bem se torna, então, algo importante para nós;

Na sequência da conversa em Nosso Lar, alguns participantes da agradável conversação vão se dirigir a uma excursão ao Campo da Música.  A senhora Laura, então, comenta:

Vão em busca do alimento a que nos referíamos. Os laços afetivos, aqui, são mais belos e mais fortes.”

            E termina, com uma frase que nos leva a profunda reflexão:

 

“O amor, meu amigo, é o pão divino das almas, o pábulo(*) sublime dos corações.”

 

* Pábulo. Dic.virtual: substantivo masculino. Aquilo que mantém, que sustenta; alimento, sustento.

 

 

Publicado por: . | 11 novembro, 2018

Joio

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“Deixai crescer ambos juntos até à ceifa e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio e atai-o em molhos para o queimar.” – Jesus. (Mateus, 13:30.)

Quando Jesus recomendou o crescimento simultâneo do joio e do trigo, não quis senão demonstrar a sublime tolerância celeste, no quadro das experiências da vida.

O Mestre nunca subtraiu as oportunidades de crescimento e santificação do homem e, nesse sentido, o próprio mal, oriundo das paixões menos dignas, é pacientemente examinado por seu infinito amor, sem ser destruído de pronto.

Importa considerar, portanto, que o joio não cresce por relaxamento do Lavrador Divino, mas sim porque o otimismo do Celeste Semeador nunca perde a esperança na vitória final do bem. Leia Mais…

Publicado por: . | 10 novembro, 2018

Imperfeitos, Mas Úteis

Imperfeitos, Mas ÚteisImagem relacionada

Emmanuel

 “Busca e acharás” — prometeu nosso Divino Mestre.

 

Insistamos no esforço e com apoio no esforço alcançaremos a bênção da realização.

 

  • * *

Em todos os lugares somos defrontados por irmãos que se afirmam inúteis ou demasiado inferiores, e que, por isso, se declaram inabilitados a servir.

 

Entretanto, que tarefeiro crescido em experiência terá fugido ao rude labor da iniciação? Onde o artista exímio que não haverá de repetir detalhe a detalhe, das atividades criadoras a que se afeiçoa e em que se aperfeiçoa, a fim de senhorear os recursos da mente e da natureza? Leia Mais…

Publicado por: . | 9 novembro, 2018

O Amor Tudo Sofre – psicografia de Chico Xavier

44 – OUVINDO A NATUREZA.

Em todos os ângulos da Vida Universal, encontramos, patentes, os recursos infinitos da Sabedoria Divina.
A interdependência e a função, a disciplina e o valor são alguns aspectos simples da vida dos seres e das cousas. 
Interdependência – a vida vegetal vibra em regime de reciprocidade com a vida animal. A laranjeira fornece oxigênio ao cavalo e o cavalo cede gás carbônico à laranjeira.
Função – o futuro é o resultado principal da existência da planta. A laranjeira, conquanto possua aplicações diversas, tem na laranja a finalidade maior da própria vida.
Disciplina – cada vegetal produz um só fruto específico. Existem infinitas qualidades de frutos, todavia a laranjeira somente distribui laranjas.
Valor – cada fruto varia quanto às próprias qualidades. A laranja pode ser doce ou azeda, volumosa ou diminuta, seca ou suculenta.
Antes de o homem surgir na superfície do Planeta, o vegetal, há muito, seguia as leis existentes.
Como usufrutuários do Universo, saibamos, assim, que toda ação humana contrária à Natureza constitui caminho a sofrimento.
Retiremos dos cenários naturais as lições indispensáveis à nossa vida.
Somos interdependentes.
Não vivemos em paz sem construir a paz dos outros.
Temos funções específicas.
Existimos para colaborar no progresso da Criação, edificando o bem para todas as criaturas.
Carecemos de disciplina.
Sem método em nossos atos, não demandaremos a luz da frente.
Somos valorizados pelas leis divinas.
Valemos o preço das nossas ações, em qualquer atividade, onde estivermos.

Andre Luiz. F C Xavier. Livro : Ideal Espírita

Publicado por: . | 9 novembro, 2018

Sois do Cristo – com a palavra Emmanuel

41 – NA SEARA ESPÍRITA
Ora, vós sois do Cristo e individualmente, membros desse corpo. Paulo. (I Coríntios. 12 :27 .)

Em Doutrina Espírita é indispensável nos convençamos definitivamente – todos nós, os seus cultivadores – de que não fomos chamados às construções de espiritualidade para desempenhar a mera função de espectadores.
* * *
Jamais escorarmos-nos na idéia de imperfeição pessoal para demitir-nos do trabalho a fazer.
* * *
Observar que as edificações do bem comum, acima de tudo, pertencem a nós que lhes percebemos a urgência e a necessidade, e não a outros que ainda não despertaram, em espírito, para considerar-lhes a importância.
* * *
Não nos queixarmos da falta de orientação no dever a cumprir, porquanto estamos informados com respeito às atitudes que nos competem na esfera da consciência.
* * *
Não transferir aos amigos, sejam quais forem, a culpa de nossos fracassos ou qualquer das obrigações que a vida nos atribui.
* * *
Olvidar a sensibilidade ferida e atuar incessantemente para que se realize o bem de todos.
* * *
Fugirmos de contendas em torno de problemas doutrinários acessórios, mas sustentar o conceito criterioso e sereno na preservação dos valores essenciais.
* * *
Estimar a posição de todos os companheiros no degrau em que se colocam, sem desprezar a nenhum.
* * *
Cientificarmos-nos de que o conselho bom, sem o bom exemplo, é comparável a promissória sem crédito a caminho de protesto nos tribunais da vida por falta de pagamento.
* * *
Erguer o esforço da ação construtiva ao nível de nossa responsabilidade, identificável na altura de nossa palavra edificante.
* * *
Acatar as experiências alheias e aproveitá-las.
* * *
Resistirmos à influência do mal sem render-nos à falsa suposição de que não podemos abolir ou diminuir o quadro das provações necessárias.
* * *
Nunca vivermos tão profundamente mergulhados nos grandes ideais que não encontremos tempo para as demonstrações pequeninas de entendimento e de afeto.
* * *
Equilibrarmos os recursos da existência, de modo que não sejamos pesados à coletividade a que se vincula a nossa cooperação. Recusar privilégios.
* * *
Reconhecermos que, se a Doutrina Espírita nos serve e auxilia de inúmeros modos, é natural que ela chegue até nós esperando venhamos a conhecer e a praticar a nossa obrigação de auxiliar e servir.

Emmanuel. Psicografia F.C.Xavier. Benção de paz. GEEM

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