Estudo realizado na FEEAK Minas em 23/03/2017 por Carlos Alberto Braga

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Publicado por: . | 22 março, 2017

Allan Kardec – Vida e Obra – Palestra

Palestra realizada na FEEAK Minas em 21/03/2017

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Publicado por: . | 18 março, 2017

Desvio e idolatria – Estudo (57) Apocalipse

Estudo realizado na FEEAK Minas em 18/03/2017 por Carlos Alberto Braga

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Estudo realizado na FEEAK Minas em 16/03/2017 por Carlos Alberto

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Dona Maria, que era viúva do Raimundo, irmão do Chico, julgava que
este era um mão aberta. 
Não era muito crente do dar sem receber. E, certa manhã, em que,
sobremodo, sentia a missão do Médium, que muito estimava, disse-lhe:
— Chico, não acredito muito nas suas teorias de servir, de ajudar, de dar e
dar sempre, sem uma recompensa. Não vejo nada que você recebe em troca
do que faz, do que dá, do que realiza.
— Mas, tudo quanto fazemos com sinceridade e amor no coração, Deus
abençoa. E, sempre que distribuímos, que damos com a direita sem a
esquerda ver, fazemos uma boa ação e, mais cedo ou mais tarde,
receberemos a resposta do Pai. Pode crer que quem faz o bem, além de viver
no bem, colhe o bem.
— Então, vamos experimentar. Tenho aqui dois chuchus. Se alguém aqui
aparecer, vou lhos dar e quero ver se, depois, recebo outros dois.
Ainda bem não acabara de falar, quando a vizinha do lado esquerdo, pelo
muro, chama:
— Dona Maria, pode me dar ou emprestar uns dois chuchus?
— Pois não, minha amiga, aqui os tem, faça deles um bom guisado.
Daí a instante, sem que pudesse refazer-se da surpresa que tivera, a
vizinha do lado direito, também pelo muro, ofereceu quatro chuchus a D. Maria.
Meia hora depois, a vizinha dos fundos pede a D. Maria uns chuchus e
esta a presenteia com os quatro que ganhara.
A vizinha da frente, quase em seguida, sem que soubesse o que
acontecia, oferece à cunhada do nosso querido Médium, oito chuchus.
Por fim, já sentindo a lição e agindo seriamente, D. Maria évisitada por
uma amiga de poucos recursos econômicos.
Demora-se um pouco, o tempo bastante para desabafar sua pobreza.
À saída, recebe, com outros mantimentos, os oito chuchus…
E dona Maria diz para o Chico:
— Agora quero ver se ganho dezesseis chuchus, era só o que faltava para
completar essa brincadeira…
Já era tarde.
Estava na hora de regressar ao serviço e Chico partiu, tendo antes enviado
à prezada irmã um sorriso amigo e confiante, como a dizer-lhe: — “Espere e
verá”.
Aí pelas dezoito horas, regressou o Chico à casa.
Nada havia sucedido com relação aos chuchus..
Dona Maria olhava para o Chico com ar de quem queria dizer:
“Ganhei ou não?. .
Às vinte horas, todos na sala, juntamente com o Chico, conversam e nem
se lembram mais do caso dos chuchus, quando alguém bate à porta.
Dona Maria atende.
Era um senhor idoso, residente na roça.
Trazia no seu burrinho uns pequenos presentes para Dona Maria, em
retribuição às refeições que sempre lhe dá, quando vem à cidade.
Colocou à porta um pequeno saco.
Dona Maria abre-o nervosa e curiosamente.
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Estava repleto de chuchus.
Contou-os: sessenta e quatro: Oito vezes mais do que havia, ultimamente,
dado…
Era demais.
A graça, em forma de lição, excedia à expectativa, era mais do que
esperava.
E, daí por diante, Dona Maria compreendeu que aquele que dá recebe
sempre mais.
Lindos Casos de Chico Xavier – Ramiro Gama

Publicado por: . | 13 março, 2017

A Visão Espiritual – Clarividência

Estudo realizado no Grupo Scheilla em BH – por Carlos Alberto Braga

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Publicado por: . | 12 março, 2017

Devolvei a Cesar o que é de Cesar – Palestra

Palestra realizada no Grupo Scheilla em Belo Horizonte em 08/03/2017 por Carlos Alberto

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Publicado por: . | 11 março, 2017

Contratempos – mensagem de Emmanuel

Publicado por: . | 4 março, 2017

Passo Acima – mensagem de Emmanuel

Estudo realizado na fEEAK Minas em 02/03/2017 por Carlos Alberto Braga

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Publicado por: . | 27 fevereiro, 2017

Quando em Prece – mensagem de Emmanuel

Palestra realizada na FEEAK Minas por Carlos Alberto Braga em 23/02/2017

Publicado por: . | 23 fevereiro, 2017

A Morte – Castro Alves / Francisco C Xavier

A MORTE
No extremo pólo da vida
Diz a Morte: – Humanidade, castro-a-download
Sou a espada da Verdade
E a Têmis do mundo sou;
Sou a balança do destino,
O fiel desconhecido,
Lanço Cômodo no olvido
E aureolo a fronte de Hugo!
O cronômetro dos séculos
Não me torna envelhecida;
Sou morte – origem da vida,
Prêmio ou gládio vingador.
Sou anjo dos desgraçados
Que seguem na Terra errantes,
Desnorteados viajantes
Dos Niágaras da dor!
Também sou braço potentesolidao ZZ6B90F3CC
Dos déspotas e opressores,
Que trazem os sofredores
No jugo da escravidão;
Aos bons, sou compensação,
Consolo e alívio aos precitos,
E nos maus aumento os gritos
De dores e maldição.
Sepultura do presente,
Do porvir sou plenitude,
Da alegria sou saúde
E do remorso o amargor.
Sou águia libertadora
Que abre, sobre as descrenças,
O manto das trevas densas,
E sobre a crença o esplendor.

Desde as eras mais remotas
Coso láureas e mortalhas,
E sobre a dor das batalhas
Minha asa sempre pairou;
Meu verbo é a lei da Justiça,
Meu sonho é a evolução;
Meu braço – a revolução
Austerlitz e Waterloo.
Homem, ouve-me; se às vezes
Simbolizo a guilhotina,
Minha mão abre a cortina
Que torna o mistério em luz;
E por trabalhar com Deus,
Na absoluta equidade,
Sou prisão ou liberdade
Nova aurora ou nova cruz.
Se o cristal que imita o céu
Da consciência tranqüila
É o luzeiro que cintila
Na noite do teu viver,
Oásis – dou-te o repouso,
Estrela – estendo-te lume,
Flor – oferto-te perfume,
Luz da vida – dou-te o ser!
Mas, também se a tirania
Arvora-se em lei na Terra,
Eu mando a noite da guerra
Fazer o sol do porvir;
Arremesso a minha espada,
Ateio fogo aos canhões,
Faço cair as nações
Como fiz Roma cair.
Foi assim que fiz um dia,
Ao ver o trono imperfeito
Estrangulando o Direito;
Busquei Danton, Mireabau…
E junto ao vulto de Têmis
Tomei o carro de Jove,
E fiz oitenta e nove
Quando a França me ajudou.

Então, implacavelmente,
Fiz a Europa ensangüentada
Ajoelhar-se humilhada,
Diante de tanto horror.
Das cidades fiz ossuários,
Dos campos Saaras ardentes,
Trucidei réus inocentes,
Apaguei a luz do amor.
Até que um dia o Criador,
Sempre amoroso e clemente,
Que jamais teve presente,
Nem passado nem porvir,
Bradou do cume dos réus
Num grito piedoso e forte:
“Não prossigas! Basta, Morte,
Agora é reconstruir.”
Portanto, homem, se tens
Por bússola o Bem na vida,
Olha o Sol de fronte erguida,
Espera-me com fervor.
Abrir-te-ei meus tesouros,
Serei tua doce amante,
Cujo seio palpitante
Guardar-te-á – paz e amor.

Se às vezes se te afigura
Que sou a foice impiedosa,
Horrenda, fria, orgulhosa,
Que espedaça os teus heróis,
Verás que sou a mão terna
Que rasga abismos profundos,
E mostra bilhões de mundos,
E mostra bilhões de sóis.
Conduzo seres aos Céus,
À luz da realidade;
Sou ave da Liberdade
Que ao lodo da escravidão
Venho arrancar os espíritos,
Elevando-os às alturas:
Dou corpos às sepulturas,
Dou almas para a amplidão!”
A Morte é transformação,
Tudo em teu seio revive:
Esparta, Tebas, Ninive,
Em queda descomunal,
Revivem na velha Europa;
E como faz às cidades;
Remodela humanidades,
No progresso universal.

Médium : Frâncico Cândido Xavier
“ Parnaso de Além Túmulo

Publicado por: . | 22 fevereiro, 2017

O Precursor – João Batista com Carlos Alberto Braga

Palestra realizada na FEEAK Minas em 21/02/2017 por Carlos Alberto Braga

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