Publicado por: . | 26 julho, 2010

Entrevista sobre as reencarnações de Chico Xavier

CLIQUE NO LINK ABAIXO DA IMAGEM PARA ASSISTIR


 

Clique neste link para assistir: http://vimeo.com/18004206


Responses

  1. .

  2. Caríssimos,

    Parabenizamos o Carlos alberto pela bela explanação e pela tranquilidade transmitida.

    Tomamos liberdade nesse belo espaço para tecermos algumas reflexões que a entrevista nos provocou no que diz respeito ao processo de divulgação do Espiritismo no Brasil, antes, com e depois do Chico Xavier.

    Século XIX, no Brasil, encontraremos Luis Olympio Telles de Menezes fixando o Farol Doutrinário na Bahia com a criação do Jornal “O Eco D`Além Túmulo” e traduzindo do francês para o português as obras da Codificação. Trocou correspondência com Allan kardec.

    Bezerra de Menezes, lapidado pelas lutas íntimas, se põe ao trabalho árduo de divulgar o Espiritismo e ser o seu maior símbolo de União em Terras de Santa Cruz. Eurípedes Barsanulfo…

    Anália Franco e sua pujante história já no ínício do século XX, Jeronymo Ribeiro, Zilda Gama, Antônio Lima (UEM), Pedro Camargo (“Vinícius”), Batuíra, João Leão Pitta, dedicado divulgador dos trabalhos desenvolvidos pelo Cairbar Schutel.

    Jacques Aboab, Carlos Imbassahy, Cícero Pereira (UEM), Camilo Chaves, Arnaldo Rocha, Herculano Pires, Yvonne Pereira, Divaldo Franco.

    Muitos dos nomes citados produziram livros, palestras, programas de rádio e levaram o Espiritismo como Remédio para a cicatrização das chagas morais abertas em cada um que não possuia um ancoradouro a restabelecer-lhe as forças íntimas.

    Os livros produzidos, são hoje artigo de luxo empoeirando as estantes das livrarias Sebos, qual diamante sob a terra espessa e sem brilho a procura de um leitor que queira entender e dar sua interpretação da importância daquele período.

    O Chico Xavier era sem dúvida alguma figura de Respeito entre os citados. Era “melhor do que eles”? Respeitamos a pergunta, mas diríamos que talvez o pensamento mais adequado fosse: todos, com suas particularidades, contribuiram sobremaneira para o Conjunto da Obra e sem sombra de dúvidas o Chico também é um Elo fortíssimo.

    Talvez ainda o Chico Xavier fosse um dos últimos elos desse vasto time de “celebridades” que passaram e deixaram obras de profundo aprendizado e que sempre contaram com a presença de companheiros da mesma linha, estirpe ou escola de “pensamento espiritual” nos bastidores.

    Por que Chico seria um dos “últimos elos”? Porque quando assistimos a essa entrevista, vimos na representação do Chico e no trabalho de muitos que tem o compromisso de continuar sua jornada na divulgação doutrinária, um tempo que precisa ser “Presente” cada vez mais, não pela idolatria, mas pela representação do coletivo, das conexões, do “Espírito de Grupo” com que ele, Chico, sempre trilhou: era ovacionado e brincava com os elogios pela consciência desperta de sua condição de trabalhador em provação.

    Carlos Alberto conseguiu fazer-nos refletir ainda na diferença fundamental da produção “moral-intelectual” que os diversos baluartes do espiritismo no Brasil tiveram, inclusive o Chico e a carente fragilidade doutrinária que vivemos nos trabalhos repetitivos e de pouco fôlego na divulgação do Espiritismo no Brasil. Quase próximos da “santificação” do Chico Xavier e isso é bastante reflexivo…

    Nada na Vida está errado… o importante é entendermos onde estamos nesse processo da Vida e o que podemos fazer para que os mais de 400 motivos (livros) que o Chico Xavier legou nos ajudem nesse despertar.

    Parabéns mais uma vez. O Chico sempre será motivo para reflexões… profundas reflexões…

    Fraterno abraço,

    vla

  3. Muito boa a entrevista, deu saudades de todos vocês da FEEAK.

    Abrazos desde Barcelona.

  4. Em 17, julho -2010 o aniversário de nossa Casa-Centro Espírita Miguel – Rio de Janeiro – foi comemorado com uma palestra onde o tema apresentado foi: CHICO XAVIER o ” CISCO DE DEUS”…

    A primeira parte da palestra abordou exatamente as vidas de Chico.

    Ficamos maravilhados com a profundidade dos estudos apresentados por nosso querido Carlos Alberto,pois a fonte de bibliografia principal foi exatamente a obra ” DIÁLOGOS E RECORDAÇÕES”…

    Durante a preparação do estudo, buscamos que no primeiro registro enquanto Rainha – Farâni no Egito, ali o nosso Querido Chico já apresentava muitas qualidades e virtudes desenvolvidas, para que a Farâni, apresentasse tantas decisões sábias!

    … haveria desenvolvimentos destas qualidades em outras anteriores a Farâni ??!!

    E diante de todo este advento do nosso Querido CHICO, que muitos de nós (estou enquadradíssima) carregamos um sentimento contido, de termos perdido tantas oportunidades, de estarmos, de desfrutarmos nem que fosse por um segundo da companhia dele,enquanto estava entre nós…
    … hoje sabemos que todas as Mensagens,Exemplificações,Esclarecimentos transmitidos por dele não foram, não são apenas específicas de uma geração… e sim para muitas e muitas como um dos grandes Missionários de JESUS…
    … E fazendo minhas as palavras do nosso companheiro VLA :” CHICO SEMPRE SERÁ MOTIVO PARA PROFUNDAS REFLEXÕES !!!

    Abraços Fraternos,

    jucilene


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