Publicado por: . | 20 abril, 2018

Divaldo fala de Arnaldo Rocha e Chico Xavier – Chico Diálogos e Recordações

Divaldo – falando de Arnaldo translação em texto

[…] Na bela obra Ave, Cristo!, ditada por Emmanuel, pelas mãos abençoadas do apóstolo da mediunidade Chico Xavier, o espírito (Quinto Varro)  desce a terra para resgatar o filho[Taciano/Arnaldo Rocha), que era politeísta. Fazia mil anos que ele estava lutando para redimir o filho, mas naquele tempo, pouco depois do cristianismo nascente, 300 anos, ele dá 100 anos da sua vida e renasce para salvar aquele filho rebelde e ingrato, e ainda, naquela vez, mata-o. Tal a aspereza, a dureza do seu coração e a vinculação com os deuses.

E acompanhando aquela história de Emmanuel em que esse filho terrível, ama e odeia, mas não sabe que aquele homem é seu pai biológico, porque ele nunca disse, que lhe atiçou cães, que lhe arrebentava as carnes, que o atirou em uma lobrega prisão, pelo crime de ele ser cristão. Passou vinte séculos, ou melhor, dezessete séculos, para então voltar-se para Jesus e nesta encarnação, que ele concluiu faz pouco, ele teve a honra de conhecer Chico Xavier.

E através das mãos de Chico Xavier, ele recebeu a mensagem de vida da esposa desencarnada, onze meses depois de casado. O coração alanceado pelo materialismo, a vida perdida e no meio da rua, da rua Bahia, tinha que ser em Belo Horizonte, ele vai por uma via, aquele homem baixinho, gordinho, sorridente pela outra. Atravessa e diz: ‘Arnaldo Rocha, Meimei quer lhe dar uma mensagem.’ (Ele próprio me contou) E então ele recua e diz você deve ser um farsante, alguém, alguém lhe mandou procurar-me. E ele disse assim: ‘É verdade, Naldinho’, como Meimei o chamava. E então a partir a daquele momento, começo a correspondência do amor do além-túmulo, cinco anos, dez anos, até o dia que Emmanuel, o comandante em Chefe, disse: “Vamos acabar com esse amor entre encarnado e desencarnado, o sr. Arnaldo necessita casar com uma mulher da Terra.” Deus abençoe as mulheres!

E ele se casou, não uma, duas vezes  (Meimei e Neuza Tofani) e ambas desencarnaram, porque o seu era um carma doloroso. E ele viveu quase nonagenário em Belo Horizonte. Escreveu belas memórias da sua vida com Chico Xavier, através de um amigo[Carlos Alberto Braga Costa] , que publicou, mui recentemente, duas obras monumentais  [Chico Diálogos e Recordações e Prefácios de Emmanuel)  . É que nós necessitamos do amor para viver, do amor para nos alimentarmos e de Cristo de Deus para ser a nossa meta. Qual é o objetivo da vida: alcançar a perfeição. […].”

 

Fonte: Web Rádio Fraternidade, 16.02.2018, Palestra pública de Divaldo Franco em Uberlândia, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=8DwFZgvltwE, 1:01.53 a 1:05:38.


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s

Categorias