Publicado por: . | 25 dezembro, 2018

DONATIVOS MENOSPREZADOS

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Espírito: MILITÃO PACHECO

 

  • Cumprir os próprios deveres sem esperar que os amigos teçam láureas de gratidão.
  • Calar toda queixa.
  • Abster-se do gracejo nas conversas de fundo edificante para não desencorajar a responsabilidade nascente.
  • Grafar páginas consoladoras e construtivas sem a pretensão de sermos compreendidos ou elogiados.
  • Prestar favores oportunos ao próximo sem a ideia de que o próximo venha, por isso, a dever-nos qualquer cousa, ainda mesmo o agradecimento mais simples.
  • Reconhecer que as faltas dos outros podiam ser nossas, a fim de que saibamos desculpa-los sem condições.
  • Não supor que o ouvinte ou os ouvintes sejam obrigados a pensarem pela nossa cabeça.
  • Executar os erros de quem se exprime numa assembleia, sem sorrisos de mofa, para que o iniciante no cultivo do verbo superior não se sinta frustrado em seus intentos de bem fazer.
  • Não atribuir a outrem essa ou aquela falha havida em serviço.
  • Auxiliar aos irmãos menos felizes sem exprobrar-lhes a conduta passada.
  • Não acusar e nem criticar pessoas sob o pretexto de estarem ausentes.
  • Silenciar diante dos grandes ou pequenos escândalos, sem considerações deprimentes, orando em favor daqueles que os provocaram.
  • Não reclamar homenagens afetivas nessa ou naquela circunstância.
  • Ouvir com respeito à palavra ou a dissertação supostamente fastidiosa, sem ofender a quem fala.
  • Evitar a maledicência em derredor de gestos, atitudes e frases sob nossa observação.
  • Substituir espontaneamente e sem qualquer apontamento desfavorável, nas boas obras, o seareiro em falta nas atividades previstas.
  • Executar com sinceridade as obrigações que a vida nos preceitua sem a preocupação de invadir as tarefas alheias.
  • Não opor contraditas às opiniões do interlocutor e sim ajuda-lo, sem presunção, a entender a verdade em torno disso ou daquilo, no momento adequado.
  • Amar sem pedir que os entes amados se convertam em bibelôs dos nossos caprichos. Não exigir das criaturas humanas a perfeição moral que todos estamos muito longe de possuir.
  • Deixar os companheiros tão livres para encontrarem a própria felicidade quanto aspiramos a ser livres por nossa vez.

 

Livro: “Ideal Espírita” – Psicografia: Francisco Cândido Xavier – Por Espíritos Diversos – Lição 20


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