Publicado por: . | 10 janeiro, 2020

QUEIXAS NÃO

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Emmanuel

A vida é uma escola.

 

Por mais difícil o processo educativo a que nos vejamos submetidos, saibamos valorizar o tempo, agradecendo e trabalhando ao invés de reclamar ou ferir.

 

Todos somos chamados a estudar e aprender, prestigiando as oportunidades e as horas.

 

 

Imagina quanta atividade ser-nos-á possível desenvolver em trinta minutos.

 

Despendendo semelhante cota de tempo, conseguimos facilmente reconfortar corações aflitos, estender apoio aos que sofrem mais que nós mesmos, reerguer esperanças caídas e efetuar prestações de serviço, à feição de viveiros de paz e luz.

 

 

Por mais constrangedoras as circunstâncias que nos cerquem, nunca nos lamentemos.

 

Ao contrário disso, apliquemo-nos, quanto se nos faça possível, à concretização do bem de todos.

 

Nessa diretriz, entretanto, é indispensável se nos amplie a visão.

 

Compreender mais, para servir melhor.

 

Os motivos para inquietação surgem freqüentemente no cotidiano, mas, se lhes penetramos o objetivo, saberemos acolhê-los, de imediato, por ensinos da vida em nosso favor.

 

A desarmonia sugere a necessidade de entendimento.

 

O obstáculo leciona confiança.

 

A solidão fornece aulas de auto-análise.

 

O fracasso administra experiência.

 

Imperioso discernir, a fim de que nos reconheçamos na condição de alunos, em todos os lances e dificuldades do caminho que nos foi apontado ao trânsito comum.

 

 

Cada dia é uma fração de recursos que podemos empregar em aprendizado e melhoria por fora, para enriquecimento e sublimação por dentro de nós.

 

Ante aqueles que já despertaram nas responsabilidades próprias, não existe ocasião para queixas.

 

Todas as horas são instrumentos que favorecem a execução das tarefas que fomos induzidos ou claramente requisitados a realizar no campo do bem.

 

Empenhemo-nos em lutar pela própria elevação.

 

Ninguém está excluído.

 

Quantos se afastam de semelhante imposição da existência caem facilmente na reclamação ou na rebeldia, encontrando em si mesmos o infortúnio dos que param de agir e servir.

 

Inexperientes ainda, acomodam-se com a ociosidade e com a sombra, esquecendo-se, porém, de que unicamente aqueles que dormem sobre colchões de rosas são os que sabem dramatizar a agressão dos espinhos.

 

Livro: “Instrumentos do Tempo” – Psicografia: Francisco Cândido Xavier – Pelo Espírito Emmanuel – Capítulo 39 – Página 72

 

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