Publicado por: . | 24 maio, 2021

TEMPO DE MUDANÇAS – BOA NOTÍCIA

🌎 🇧🇷 📺 TV GÊNESE 📡 APRESENTA: GÊNESE NO LAR – #GNL339
TEMA: TEMPO DE MUDANÇAS
📲 Apresentação: Carlos Alberto Braga Costa – 24/05/2021 👉Neste vídeo
SINAIS DOS TEMPOS o mesmo que tempos de mudança. O esclarecimento espírita se torna um oasis de bençãos, na travessia do deserto das incompreensões. Dica da manhã: Se todas as “criaturas gozam o tempo — raras aproveitam-no.
Corre a oportunidade — espalhando bênçãos. Arrasta-se o homem — estragando as dádivas recebidas. O homem, contudo, é o semeador — que não despertou ainda. Mas chega um dia — porque há sempre um dia mais claro que os outros, em que tempo recolhe as oportunidades que pareciam sem-fim… E o homem reconhece — tardiamente preocupado. Que a Eternidade Infinita — pede contas do minuto.”
Fonte: A Gênese – Capítulos, XVIII – item 49 Allan Kardec
Coletânea do Além – André Luiz – F C Xavier

O tempo

Todas as criaturas gozam o tempo — raras aproveitam-no.

Corre a oportunidade — espalhando bênçãos.

Arrasta-se o homem — estragando as dádivas recebidas.

Cada dia é um país — de vinte e quatro províncias.

Cada hora é uma província — de sessenta unidades.

O homem, contudo, é o semeador — que não despertou ainda.

Distraído cultivador — pergunta: “que farei?”

E o tempo silencioso responde — com ensejos benditos:

De servir — ganhando autoridade.

De obedecer — conquistando o mundo.

De lutar — escalando os céus.

O homem, todavia — voluntariamente cego,

Roga sempre mais tempo — para zombar da vida,

Porque, se obedece — revolta-se, orgulhoso,

Se sofre — injuria e blasfema,

Se chamado a contas — lavra reclamações descabidas.

Cientistas — fogem da verdadeira ciência.

Filósofos — ausentam-se das próprios ensinos.

Religiosos — negam a religião.

Administradores — retiram-se da responsabilidade.

Médicos — subtraem-se à Medicina.

Literatos — furtam-se à divina verdade.

Estadistas — centralizam a dominação.

Servidores do povo — buscam interesses privados.

Lavradores — abandonam a terra.

Trabalhadores — escapam do serviço.

Gozadores temporários — entronizam ilusões.

Ao invés de suar no trabalho — apanham borboletas da fantasia.

Desfrutam a existência — assassinando-a em si próprios.

Possuem os bens da Terra — acabando possuídos.

Reclamam liberdade — submetendo-se à escravidão.

Mas chega um dia — porque há sempre um dia mais claro que os outros,

Em que a morte surge — reclamando trapos velhos…

O tempo recolhe, então — apressado — as oportunidades que pareciam sem-fim…

E o homem reconhece — tardiamente preocupado

Que a Eternidade Infinita — pede contas do minuto.

André Luiz – Francisco C Xavier – Coletâneas do Além


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