Publicado por: . | 4 novembro, 2021

LENDA DA ESTRELA DIVINA – EVANGELHO DA MANHÃ

GÊNESE NO LAR

Fraternidade de Estudos Allan Kardec está convidando você para acessar

TV GÊNESE

🙋⌚ 📽️ 🎙️ 📲 Hora 7:10 – 05 de Novembro 2021_Sexta-feira

😘Tópico: GÊNESE NO LAR Nº456                                                                                                                     

  📚 📜 – TEMA: LENDA DA ESTRELA DIVINA

Fonte:

Vozes do Grande Além  – 55 – Humberto de Campos   – Francisco C Xavier

👉 Facilitador: Carlos Alberto Braga Costa

👁️                                                                 

👇🖥️📺📡 

LENDA DA ESTRELA DIVINA


Irmão X


Reunião da noite de 5 de julho de 1956.


Para surpresa nossa, quem nos brindou com a sua visita, ao final de nossas tarefas, foi
o Irmão X, que pela primeira vez falou em nosso recinto, insuflando-nos vigorosa emoção.
De passagem por nosso templo, trago-vos à meditação um apólogo simples.


Convencido de que somente através do próprio trabalho conseguiria entesourar as bênçãos
de seu Divino Criador, o Homem compareceu diante do Altíssimo e rogou humildemente:
Pai, aspiro a conquistar a vossa grandeza infinita… Que fazer para penetrar os domínios
da vossa glória?


O Todo-Compassivo louvou lhe os propósitos e determinou:


– Desce à Terra e convive com os teus irmãos.
O Homem nasceu e renasceu, muitas vezes, adquirindo experiência em diversas nações,
e voltou ao Paraíso, ostentando na fronte a auréola da Cultura.


Não contente, entretanto, pediu ao Soberano da Vida:


Pai, anseio conhecer-vos a força… Como proceder para atingir semelhante graça?


O Todo-Bondoso afagou-lhe a alma inquieta e ordenou:


– Desce à Terra e dirige os teus irmãos.


O Homem nasceu e renasceu, muitas e muitas vezes, fazendo leis e gastando fortunas,
construindo fronteiras e levantando monumentos religiosos, plasmando a beneficência e disciplinando as sociedades, brandindo armas e desfraldando bandeiras, mandando e comandando,
fascinado pelos poderes e pelos bens da Terra, como se os bens e os poderes da Terra
lhe pertencessem, e retornou ao Lar Eterno, guardando nas mãos o cetro da Autoridade.


Não contente, todavia, suplicou ao Senhor Supremo:


– Pai, suspiro por aprender convosco a criar emoções sublimes… Como agir para entender
a vossa beleza augusta?


O Todo-Sábio contemplou-o, benevolente, e aconselhou:


– Desce à Terra e procura formar pensamentos iluminados e nobres para consolo e progresso
de teus irmãos.


O Homem nasceu e renasceu, muitas e muitas vezes, trabalhando a pedra e o metal, a
madeira e a argila, a palavra e o som, o pincel e a rima, e retornou à Luz das Luzes, transportando
nos olhos e nos ouvidos, na língua e nos dedos a magia da Arte.


Contudo, não satisfeito ainda, rojou-se aos pés do Senhor e pediu em lágrimas:


– Meu Pai, tenha saudades de vosso convívio… Não quero apartar-me de vosso olhar!
Que fazer para demorar-me nos Céus?


O Todo-Misericordioso abraçou-o com ternura e ajuntou:
– Ah! meu filho, que pedes tu agora? Para, que te detenhas no Céu é necessário desças à
Terra e ajudes a teus irmãos.


E o Homem nasceu e renasceu, por longos e longos séculos, sofrendo, sem reclamar, injúrias
e ultrajes, lapidações e calúnias, miséria e abandono, chagas e açoites, procurando auxiliar
os outros sem cogitar do auxílio a si mesmo, até que, um dia, terrivelmente fatigado e
sozinho, mas de coração alegre e consciência tranquila, retornou aos Eternos Tabernáculos.

Não precisou, no entanto, anunciar a sua presença, porque as Portas Celestiais se lhe
descerraram ditosas.


Flores inclinaram-se lhe à passagem.


Constelações saudavam-no em regozijo.


Anjos cantavam, em surdina, celebrando lhe o triunfo.

E o próprio Senhor, na carruagem resplendente de sua Glória, veio recebê-lo nos Pórticos
Sagrados, exclamando, de braços abertos:

  • Bem-aventurado sejas, filho meu!… Agora a Criação inteira é tua… Todos os meus segredos
    te pertencem. E, estejas onde estiveres, viveremos juntos para sempre.
    Esmagado de júbilo, em riso e pranto, o Homem compreendeu, sem palavras, que a felicidade
    do amor puro lhe fluía sublime dos refolhos do ser, em torrentes de alegria misteriosa…
    É que ele trazia, fulgente no coração, a Estrela Divina da Humildade.
    Desde então, pôde habitar na Casa do Senhor por longos dias…

Vozes do Grande Além  – 55 – Humberto de Campos   – Francisco C Xavier


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