Publicado por: . | 7 dezembro, 2021

AVERSÕES – EVANGELHO DA MANHÃ

GÊNESE NO LAR

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TV GÊNESE

🙋⌚ 📽️ 🎙️ 📲 Hora 7:10 – 08 de Dezembro 2021_Quarta-feira

😘Tópico: GÊNESE NO LAR Nº476                                                                                                                          

  📚 📜 – TEMA: AVERSÕES

FONTE: 

Evangelho S Espiritismo –  Capítulo XIV – item 8 – A Kardec

Vida e Sexo – 16 – Emmanuel – F C Xavier

👉 Facilitador: Carlos Alberto Braga Costa

👁️                                                                 

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Parentesco corporal e espiritual

8. Os laços de sangue não estabelecem necessariamente laços entre os Espíritos. O corpo provém do
corpo, mas o Espírito não provém do Espírito, porque este existia antes da formação do corpo. Não são os pais que geram o Espírito do filho, fornecem-lhe apenas a sua estrutura corporal, mas devem ajudar o seu desenvolvimento intelectual e moral, para que evolua espiritualmente.
Os Espíritos que encarnam numa mesma família, sobretudo como parentes próximos são, a maior parte das vezes, Espíritos simpáticos ligados por relações anteriores, o que origina afetividade durante a vida
terrena. Esses Espíritos, porém, também podem ser estranhos uns aos outros, separados por antipatias
igualmente anteriores que produzem conflitos na Terra, a fim de lhes servir de prova.


Os verdadeiros laços de família não são os da consanguinidade, mas os da simpatia de pensamentos
que unem os Espíritos, antes, durante e após a encarnação. Daí que dois seres nascidos de pais diferentes
podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue. Podem sentir afinidades e conviver
harmoniosamente, enquanto dois irmãos consanguíneos podem não se dar bem, como é frequente. É um
problema moral, que só o espiritismo pode ser resolver pela pluralidade das existências. (Ver cap. IV, n°
13).
Há, portanto, duas espécies de famílias: as famílias espirituais e as famílias corporais. As primeiras,
duradouras, fortificam-se pela purificação e perpetuam-se no mundo dos Espíritos, através das migrações
da alma. As segundas, frágeis como a matéria, extinguem-se com o tempo, e quase sempre se dissolvem
moralmente já na vida atual.
Foi o que Jesus quis fazer compreender, dizendo aos discípulos: “Eis a minha mãe e os meus irmãos”,
ou seja, a minha família pelos laços espirituais, pois “quem quer que faça a vontade de meu Pai que está
nos céus, é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” (Marcos 3, 33-35)
A hostilidade dos seus irmãos está claramente expressa no relato de São Marcos, quando diz: “E, quando
os seus parentes ouviram isto, saíram para o prender, porque diziam: Está fora de si. (ou seja, perdera o
juízo). (Marcos 3, 21)
Avisado de que tinham chegado e conhecendo o sentimento deles a seu respeito, era natural que
dissesse, referindo-se aos seus discípulos, do ponto de vista espiritual: “Eis os meus verdadeiros irmãos”. A sua mãe acompanhava-os e Jesus falou com naturalidade, o que não significava que a sua mãe nada lhe fosse como Espírito e só lhe merecesse indiferença. A sua conduta, noutras circunstâncias, provou
suficientemente o contrário.

Evangelho S Espiritismo –  Capítulo XIV – Honra Teu Pai e Tua Mãe – item 8 – A Kardec

16 – AVERSÕES


Os que encarnam numa família, sobretudo como
parentes próximos são, as mais das vezes, Espíritos simpáticos,
ligados por anteriores relações, que se expressam por uma
afeição recíproca na vida terrena. Mas, também pode acontecer
sejam completamente estranhos uns aos outros esses Espíritos,
afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se
traduzem na Terra por um mútuo antagonismo, que aí lhes serve
de provação. Não são os da consanguinidade os verdadeiros
laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os
quais prendem os Espíritos, antes, durante e depois de suas
encarnações.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Cap. XIV, Item 8
Somos defrontados, em todos os departamentos da família humana, pelas
ocorrências da aversão inata. Pais e filhos, irmãos e parentes outros, não raro, se
repelem, desde os primeiros contatos. Claramente verificáveis os fenômenos da
hostilidade, entre adultos e crianças, trazidos pelo imperativo do berço à intimidade
do dia a dia. Pais existem nutrindo antipatia pelos próprios rebentos, desde que esses
rebentos lhes surgem no lar, e existem filhos que se inimizam com os próprios pais,
tão logo senhoreiam o campo mental, nos labores da encarnação. Arraigado no
labirinto de existências menos felizes, decerto que o problema das reações negativas,
culpas, remorsos, inibições, vinganças e tantos outros está presente no quadro
familiar, em que o ódio acumulado em estâncias do pretérito se exterioriza, por meio
de manifestações catalogáveis na patologia da mente. Nessa base de raciocínio,
determinada criança terá sofrido essa ou aquela humilhação da parte dos pais ou
tutores e se desenvolveu abafando propósitos de desforço, com o que intoxicou a si
mesma, no curso do tempo, e certos pais haverão sentido inesperada animosidade
por esse ou aquele filho recém nato,
alimentando ciúme contra ele, embora
sufocando tal sentimento, com benéficas atitudes de convenção. Não muito raro, os
cadastros policiais registram infanticídios em que pais ou mães aniquilam o corpo
daqueles mesmos Espíritos aos quais favoreceram com a encarnação na Terra.
Indubitavelmente, o tratamento psicológico, visando à cura mental e à sublimação
da personalidade, é o caminho ideal para semelhantes pacientes; urge entender,
porém, que médicos e analistas humanitários conseguirão efetuar prodígios de
compreensão e de amor, liberando enfermos dessa espécie; no entanto, o estudo da
reencarnação é igualmente chamado a funcionar, nos alicerces da obra de
salvamento.

Quantos milhares de existências terminam anualmente, no mundo, pelos
golpes da criminalidade? Claro está que as vítimas não foram arrebatadas para céus
ou infernos teológicos. Se compenetradas, quanto às leis de amor e perdão que
dissipam as algemas do ódio, promovem-se
-a trabalho digno na Espiritualidade, às
vezes até mesmo em auxílio aos próprios algozes. Na maioria das circunstâncias,
todavia, persistem no caminho daqueles que lhes dilapidaram a vida profunda,
transformando-se
em perseguidores magoados ou vingativos, jungidos mentalmente
aos antigos ofensores, e finalmente reconduzidos, pelos princípios cármicos, ao
renascimento junto deles, a fim de sanarem, no clima da convivência, os complexos
de crueldade que ainda se lhes destilem do ser. Quando isso aconteça, o apostolado
de reajuste há de iniciar-se
nos pais, porquanto, despertos para a lógica e para o
entendimento, são convocados pela sabedoria da vida ao apaziguamento e à
renovação. Observemos, no entanto, que em semelhantes domínios da alma o apoio
da fé religiosa se erguerá em socorro e terapêutica. É indispensável amar e
desculpar, compreender e servir, tantas vezes quantas se façam necessárias, de modo
a que sofrimento e dissensão desapareçam e a fim de que, nas bases da compreensão
e da bondade de hoje, as crianças de hoje se levantem na condição de Espíritos
reajustados, perante as Leis do Universo, garantindo aos adultos, nas trilhas das
reencarnações porvindouras, a redenção de seus próprios destinos.

Vida e Sexo – 16 – Emmanuel – F C Xavier


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