Palestra realizada por Carlos Alberto Braga Costa em 07/09/2017 – Grupo da Fraternidade Espírita Irmão Glacus – BH – MG Áudio com imagens/fotografias

Palestra realizado no Cantinho de Jesus em BH
16/08/2017 com Carlos Alberto Braga

áudio

A INDEPENDÊNCIA  
O movimento da emancipação percorria todos os departamentos de atividades políticas da pátria; mas, por disposição natural, era no Rio de Janeiro, cérebro do país, que fervilhavam as idéias libertárias, incendiando todos os espíritos.
Os mensageiros invisíveis desdobravam sua ação junto de todos os elementos, preparando a fase final do trabalho da independência, através dos processos pacíficos.
Os patriotas enxergavam no Príncipe D. Pedro a figura máxima, que deveria encarnar o papel de libertador do reino do Brasil. O príncipe, porém, considerando as tradições e laços de família, hesitava ainda em optar pela decisão suprema de se separar, em caráter definitivo, da direção da metrópole. 
Conhecendo as ordens rigorosas das Cortes de Lisboa, que determinavam o imediato regresso de D. Pedro a Portugal, reúnem-se os cariocas para tomarem as providências de possível execução e uma representação com mais de oito mil assinaturas é levada ao príncipe regente, pelo Senado da Câmara, acompanhado de numerosa multidão, a 9 de janeiro de 1822. D. Pedro, diante da massa de povo, sente a assistência espiritual dos companheiros de Ismael, que o incitam a completar a obra da emancipação política da Pátria do Evangelho,      recordando-lhe, simultaneamente, as palavras do pai no instante das despedidas. Aquele povo já possuía a consciência da sua maioridade e nunca mais suportaria o retrocesso à vida colonial, integrado que se achava no patrimônio das suas conquistas e das suas liberdades. Em face da realidade positiva, após alguns minutos de angustiosa expectativa, o povo carioca recebia, por intermédio de José Clemente Pereira, a promessa formal do príncipe de que ficaria no Brasil, contra todas as determinações das Cortes de Lisboa, para o bem da coletividade e para a felicidade geral da nação.
Estava, assim, proclamada a independência do Brasil, com a sua audaciosa desobediência às determinações da metrópole portuguesa.
Todo o Rio de Janeiro se enche de esperança e de alegria. Mas, as tropas fiéis a Lisboa resolvem normalizar a situação, ameaçando abrir luta com os brasileiros, a fim de se fazer cumprirem as ordens da Coroa. Jorge de Avilez, comandante da divisão, faz constar, imediatamente, os seus propósitos, e, a 11 de janeiro, as tropas portuguesas ocupam o Morro do Castelo, que ficava a cavaleiro da cidade. Ameaçado de bombardeio, o povo carioca reúne as multidões de milicianos, incorporados
às tropas brasileiras e se posta contra o inimigo no Campo de Santana.
O perigo iminente faz tremer o coração fraterno da cidade. Não fosse o auxílio do Alto, todos os propósitos de paz se teriam malogrado numa pavorosa maré de ruína e de sangue. Ismael açode ao apelo das mães desveladas e sofredoras e, com o seu
coração angélico e santificado, penetra as fortificações de Avilez e lhe faz sentir o caráter odioso das suas ameaças à população. A verdade é que, sem um tiro, o chefe português obedeceu, com humildade, à intimação do Príncipe D. Pedro, capitulando
a 13 de janeiro e retirando-se com as suas tropas para a outra margem da Guanabara, até que pudesse regressar com elas, para Lisboa.
Os patriotas, daí por diante, já não pensam noutra coisa que não seja a organização política do Brasil. Todas as câmaras e núcleos culturais do país se dirigem a D. Pedro em termos encomiásticos, louvando-lhe a generosidade e exaltando-lhe
os méritos. Os homens eminentes da época, a cuja frente somos forçados a colocar a figura de José Bonifácio, como a expressão culminante dos Andradas, auxiliam o príncipe regente, sugerindo-lhe medidas e providências necessárias. Chegando ao Rio por ocasião do grande triunfo do povo, após a memorável resolução do “Fico”, José Bonifácio foi feito ministro do reino do Brasil
e dos Negócios Estrangeiros. O patriarca da independência adota as medidas políticas que a situação exigia, inspirando, com êxito, o príncipe regente nos seus delicados encargos de governo.
Gonçalves Ledo, Frei Sampaio e José Gemente Pereira, paladinos da imprensa da época, foram igualmente grandes propulsores do movimento da opinião, concentrando as energias nacionais para a suprema afirmação da liberdade da pátria.
Todavia, se a ação desses abnegados condutores do povo se fazia sentir desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, o predomínio dos portugueses, desde a Bahia até o Amazonas, representava sério obstáculo ao incremento e consolidação
do ideal emancipacionista. O governo resolve contratar os serviços das tropas mercenárias de Lorde Cochrane, o cavaleiro andante da liberdade da América Latina. Muitas lutas se travam nas costas baianas e verdadeiros sacrifícios se impõem os mensageiros de Ismael, que se multiplicam em todos os setores com o objetivo de conciliar seus irmãos encarnados, dentro da harmonia e da paz, sempre com a finalidade de preservar a unidade territorial do Brasil, para que se não fragmentasse o coração geográfico do mundo.
José Bonifácio aconselha a D. Pedro uma viagem a Minas Gerais, a fim de unificar o sentimento geral em favor da independência e serenar a luta acerba dos partidarismos. Em seguida, outra viagem, com os mesmos objetivos, realiza o
príncipe regente a São Paulo. Os bandeirantes, que no Brasil sempre caminharam na vanguarda da emancipação e da autonomia, recebem-no, com o entusiasmo da sua paixão libertária e com a alegria da sua generosa hospitalidade e, enquanto há música e flores nos teatros e nas ruas paulistas, comemorando o acontecimento, as falanges invisíveis se reúnem no Colégio de Piratininga. O conclave espiritual se realiza sob a direção de Ismael, que deixa irradiar a luz misericordiosa do seu coração. Ali se encontram heróis das lutas maranhenses e pernambucanas, mineiros e paulistas, ouvindo-lhe a palavra cheia de ponderação e de ensinamentos.
Terminando a sua alocução pontilhada de grande sabedoria, o mensageiro de Jesus sentenciou:
— A independência do Brasil, meus irmãos, já se encontra definitivamente proclamada. Desde 1808, ninguém lhe podia negar ou retirar essa liberdade. A emancipação da Pátria do Evangelho consolidou-se, porém, com os fatos verificados nestes últimos dias e, para não quebrarmos a força dos costumes terrenos, escolheremos agora uma data que assinale aos pósteros essa liberdade indestrutível.
Dirigindo-se ao Tiradentes, que se encontrava presente, rematou:  
— O nosso irmão, martirizado há alguns anos pela grande causa, acompanhará D. Pedro em seu regresso ao Rio e, ainda na terra generosa de São Paulo, auxiliará o seu coração no grito supremo da liberdade. Uniremos assim, mais uma vez, as duas grandes oficinas do progresso da pátria, para que sejam as registradoras do inesquecível acontecimento nos fastos da história. O grito da
emancipação partiu das montanhas e deverá encontrar aqui o seu eco realizador.
Agora, todos nós que aqui nos reunimos, no sagrado Colégio de Piratininga, elevemos a Deus o nosso coração em prece, pelo bem do Brasil.
Dali, do âmbito silencioso daquelas paredes respeitáveis, saiu uma vibração nova de fraternidade e de amor.
Tiradentes acompanhou o príncipe nos seus dias faustosos, de volta ao Rio de Janeiro. Um correio providencial leva ao conhecimento de D. Pedro as novas imposições das Cortes de Lisboa e ali mesmo, nas margens do Ipiranga, quando
ninguém contava com essa última declaração sua, ele deixa escapar o grito de “Independência ou Morte!”, sem suspeitar de que era dócil instrumento de um emissário invisível, que velava pela grandeza da pátria. 
Eis por que o 7 de Setembro, com escassos comentários da história oficial que considerava a independência já realizada nas proclamações de 1.° de agosto de 1822, passou à memória da nacionalidade inteira como o Dia da Pátria e data inolvidável da sua liberdade.
Esse fato, despercebido da maioria dos estudiosos, representa a adesão intuitiva do povo aos elevados desígnios do mundo espiritual.

Livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho – pelo Espírito Humberto de Campos. Francisco C. Xavier – FEB

Publicado por: . | 3 setembro, 2017

A Serva Escandalizada – psicografia de Chico Xavier

Publicado por: . | 1 setembro, 2017

DIANTE DA PERFEIÇÃO – Pelo Espírito Emmanuel

DIANTE DA PERFEIÇÃO

 

“Sede perfeitos como Nosso Pai Celestial!”

Esta foi a advertência do Senhor ao nosso coração de aprendizes.

Todavia, à maneira do verme, contemplando a estrela longínqua, sabemos quão imensa é a distância que nos separa da meta.

Impedimentos, compromissos e inibições fluem do nosso “ontem”, asfixiando-nos, a cada momento de hoje, o anseio de movimentação para a luz.

Entretanto, se ainda nos situamos tão longe do justo aprimoramento que nos integrará na magnificência divina, é imperioso começar a grande romagem, oferecendo ao avanço as melhores forças.

Ninguém exige sejas de imediato o paradigma do amor que o Mestre nos legou, mas podes ser, desde agora, o cultor da compreensão e da gentileza dentro da sua própria casa.

Ninguém te pede a renúncia integral aos bens que te enriquecem os dias terrestres, no entanto, podes doar, de improviso, a migalha de que te sobre ao conforto doméstico, em auxílio ao companheiro necessitado.

Ninguém esperas desempenhes, ainda hoje, o papel de herói na praça pública, mas podes calar, sem detença, a palavra escura ou amargosa capaz de emergir de teu coração para os lábios.

Ninguém aguarda sejas o remédio para todas as doenças, entretanto, ainda hoje, podes ser a enfermagem diligente, balsamizando as úlceras dos enfermos relegados ao abandono.

Ninguém te solicita prodígios, em manifestações prematuras de fé, mas podes ser, sem delonga, o reconforto que ampare a quantos atravessam as sarças do caminho.

Lembra a semente que te regala o corpo e aprendamos a começar. A planta que era ontem simples promessa, hoje é garantia do pão que te supre a mesa.

As maiores e mais famosas viagens iniciam-se de um passo.

Esforcemo-nos por fazer o melhor ao nosso alcance, desde agora, e a perfeição ser-nos-á, um dia, preciosa fonte de bênçãos, descortinando-nos o porvir.

Emmanuel – Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Nascer & Renascer. Lição nº 16. Página 79.

Publicado por: . | 27 agosto, 2017

A Fé Vitoriosa – psicografia de Chico Xavier

Publicado por: . | 25 agosto, 2017

EM VISITA Á FAZENDA DO PAI – Lindos Casos

EM VISITA Á FAZENDA DO PAI
Em 1946, adoece de novo, gravemente.
Gastara demais o corpo.
Achava-se esgotadíssimo, fraco, febril.
Os médicos, consultados, dão-no como tuberculoso. 
E em certa manhã ensolarada, vendo-o sentado, muito triste, àporta da
casa, Emmanuel, seu dedicado Guia, põe-lhe a mão no ombro e lhe diz:
— Chico, procure reagir, senão você falirá. Sua enfermidade étanto do
corpo como do espírito. Mas não desanime. Vai ficar bom, se Deus quiser.
E, depois de lhe dar uma bela aula sobre os males do desânimo, da
tristeza e das mágoas recolhidas, ampliadas pelo nosso pessimismo, diz-lhe:
— Logo, ao dormir, lembre-se de mim. Vou levar seu espírito a um lugar
muito lindo e onde será medicado.
De fato, ao dormir, Chico lembra-se do convite de Emmanuel, e, depois de
orar, dorme antegozando o auspicioso passeio.
Em espírito, vê-se junto ao seu Guia. E, com ele, caminha por um vergel
esmeraldado de trevos viçosos, floridos, como jamais vira na terra.
Ao fim, sentado num banco envolto em luz alaranjada, está um menino
delicado, belo.
Emmanuel apresenta-o ao Chico. E sob a surpresa do Médium, o menino,
com rara facilidade, como quem pega outra criança, segura-o e o põe ao colo.
Passa as mãos pequenas e luminosas sobre o corpo do Chico.
Afaga-o amorosamente, estreitando-o ao peito, e diz-lhe sorrindo:
— Pronto, está medicado.
Chico despede-se do lindo irmãozinho.
E já quase a chegar em casa e enclausurar-se, de novo, no corpo e
acordar para a realidade da terra, Emmanuel, abraçando-o, afirma satisfeito:
— Chico, você recebeu hoje um remédio de que necessitava:
uma Transfusão de Fluidos.
Vai acordar, amanhã, melhorado, sem cansaço, sem febre e mais forte,
graças a Deus!
No dia seguinte, Chico acordou diferente.
Ressoava-lhe aos ouvidos o que ouvira.
O coração, agradecido ao Senhor guardava a grande Graça.
E sentia que tudo desaparecera: cansaço, tristeza, mágoa, medo, febre,
tudo.
Sim, tudo, porque bem traduzia o que ganhara.
Agora teria de dar também tudo, como está dando, a bem da Grande
Causa, que a todos nos irmana e iguala na Fazenda do Pai, que é Deus!

Estudo realizado na FEEAK Minas com Carlos Alberto Braga Costa

Vídeo

áudio

Publicado por: . | 22 agosto, 2017

Chico Xavier poderia ter desistido da sua missão?

(…) diálogo entre Áulus e Hilário…

Depois da Divina palestra, sobre o Mandato Cristão, vamos nos deparar com um grupo de médiuns dialogando com um Venerando representante daquele conclave de luz. 

Assinalando a necessidade de perfeita comunhão entre o mentores e os médiuns, um dos aprendizes formulou uma pergunta:

Para uma proveitosa interação entre o mentor espiritual e o médium, será necessário um programa bem elaborado?

– Ah! Sim, semelhantes serviços não se efetuam sem programa. O acaso é uma palavra inventada pelos homens para disfarçar o menor esforço. Gabriel (Emmanuel) e Ambrosina (Chico Xavier) planejaram a experiência atual, muito antes que ela se envolvesse nos densos fluidos da vida física. (ver livro Chico, Diálogos e Recordações. O Clarim)

– E por que dizer – continuei, lembrando ao Assistente as suas próprias palavras – “quando o médium se destaca no serviço do bem recebe apoio de um amigo espiritual”, se esse amigo espiritual e o médium já se encontram irmanados um ao outro, desde muito tempo?

O instrutor fitou-me de frente e falou:

– Em qualquer cometimento, não seria lícito desvalorizar a liberdade de ação. Ambrosina (Chico Xavier) comprometeu-se; isso, porém, não a impediria de cancelar o contrato de serviço, não obstante reconhecer-lhe a excelência e a magnitude. Poderia desejar imprimir novo rumo ao seu idealismo de mulher, embora adiando realizações sem as quais não se erguerá livremente do mundo. Os orientadores da Espiritualidade procuram companheiros, não escravos. O médium digno da missão do auxílio não é um animal subjugado à canga, mas sim um irmão da Humanidade e um aspirante à Sabedoria. Deve trabalhar e estudar por amor… É por isso que muitos começam a jornada e recuam. Livres para decidir quanto ao próprio destino, muitas vezes preferem estagiar com indesejáveis companhias, caindo em temíveis fascinações. Iniciam-se com entusiasmo na obra do bem, entretanto, em muitas circunstâncias dão ouvidos a elementos corruptores que os visitam pelas brechas da invigilância. E, assim, tropeçam e se estiram na cupidez, na preguiça, no personalismo destruidor ou na sexualidade delinqüente, transformando-se em joguetes dos adversários da luz, que lhes vampirizam as forças, aniquilando-lhes as melhores possibilidades. Isso é a da experiência de todos os tempos e de todos os dias…

– Sim, sim… – concordei – mas não seria possível aos mentores espirituais a movimentação de medidas capazes de pôr cobro aos abusos, quando os abusos aparecem?

Meu interlocutor sorriu e obtemperou:

– Cada consciência marcha por sim, apesar de serem numerosos os mestres do caminho. Devemos a nós mesmos a derrota ou a vitória. Almas e coletividades adquirem as experiências com que se redimem ou se elevam, ao preço do próprio esforço. O homem constrói, destrói e reconstrói destinos, como a Humanidade faz e desfaz civilizações, buscando a melhor direção para responder aos chamamentos de Deus. É por isso que pesadas tribulações vagueiam no mundo, tais como a enfermidade e a aflição, a guerra e a decadência, despertando as almas para o discernimento justo. Cada qual vive no quadro das próprias conquistas ou dos próprios débitos. Assim considerando, vemos no Planeta milhões de criaturas sob as teias da mediunidade torturante, milhares detendo possibilidades psíquicas apreciáveis, muitas tentando o desenvolvimento dos recursos dessa natureza e raras obtendo um mandato mediúnico para o trabalho da fraternidade e da luz. E, segundo reconhecemos, a mediunidade sublimada é serviço que devemos edificar, ainda que essa gloriosa aquisição nos custe muitos séculos.

– Mas, ainda num mandato mediúnico, o tarefeiro da condição de Dona Ambrosina (Chico Xavier) pode cair?

– Como não? – acentuou o interlecutor – um mandato é uma delegação de poder obtida pelo crédito moral, sem ser um atestado de santificação. Com maiores ou menores responsabilidades, é imprescindível não esquecer nossas obrigações perante a Lei Divina, a fim de consolidar nossos títulos de merecimento na vida eterna.

E, com significativo tom de voz, acrescentou:

– recordemos a palavra do Senhor: “muito se pedirá de quem muito recebeu”.

A conversação, à margem do serviço, oferecera-me suficiente material de meditação.

As valiosas anotações do Assistente, em se reportando à mediunidade, impeliam-me a silenciar e refletir.

E de nossa parte concluímos: “ainda bem que Chico Xavier não desistiu.”

Ave, Cristo!

Nota:

1.Esse informação que o personagem Gabriel é na realidade o Benfeitor Emmanuel, e Ambrosina ter sido Chico Xavier, foi confirmada pelo Médium Francisco Cândido Xavier ao seu amigo Arnaldo Rocha, biografado por Carlos Alberto Braga Costa, no livro Chico, Diálogos e Recordações, editado pelo O Clarim.

2.Arnaldo Rocha, também teve o seu trabalho divulgado no mesmo livro – Nos domínios da Mediunidade, com o pseudomino Raul Silva.

3.A autora Suely Caldas Schubert do excelente livro Testemunhos de Chico Xavier, editado pela. FEB. cap. Papel de palhaço, especula a possibilidade da médium Ambrosina, do livro Nos Domínios da Mediunidade, cap. 16, “poderia ter sido a do próprio Chico”.

4.Em outro trabalho orientativo Dimensões espirituais do Centro Espírita, editado pela FEB, Capítulo Mandato mediúnico, a autora de Juiz de Fora, volta a afimar: Em minha opinião pessoal a experiência de Chico Xavier pode ter sido relatada por André Luiz, ilustrando-a como tendo sido vivida pela personagem Ambrosina, tanto quanto suponho ser esta reunião que estamos comentando nesse capítulo uma descrição da que era realizada pelo médium mineiro.

 

Texto adaptada para o posts.

Livro Nos Domínios da Mediunidade. Espírito André Luiz. Psicografia de F.C.Xavier. Editora FEB

 

Publicado por: . | 21 agosto, 2017

UMA DÍVIDA PAGA PELO ALTO… – Lindos Casos

UMA DÍVIDA PAGA PELO ALTO…
José, o irmão de Chico, que fora por muito tempo seu orientador e dirigia
as sessões do “LUIZ GONZAGA”, adoece gravemente, e, sob a surpresa de
seus caros entes familiares, desencarna, deixando ao irmão o encargo de lhe
amparar a família. 
Dias depois, o Chico verifica que o José lhe deixara também uma dívida,
pois esquecera de pagar a conta da luz, na importância de onze cruzeiros.
Isto era muito para o pobre Médium, pois no fim de cada mês nada lhe
sobrava do ordenado.
Pensativo, sentou-se à soleira da porta de sua casinha rústica e
abençoada.
Emmanuel lhe diz:
— Não se apoquente, confie e espere.
Horas depois, alguém lhe bate à porta.
Vai ver.
Era um senhor da roça.
— O senhor é o seu Chico Xavier?
— Sim. Às suas ordens, meu irmão.
— Soube que seu irmão José morreu. E vim aqui pagar-lhe uma bainha de
faca que ele me fez há tempos. E aqui está a importância combinada.
Chico agradeceu-lhe.
E ficando só, abriu o envelope. Dentro estavam onze cruzeiros. .. para
pagar a luz.
Sorriu, descansado, livre de um peso.
E concluiu para nós: — “Que bela lição ganhei”.
E nós: — Também para os que sabem olhar para os lírios dos campos, que
não temem o amanhã, porque sabem que ele pertence a Deus.

Lindos Casos de Chico Xavier. Ramiro Gama

Publicado por: . | 20 agosto, 2017

O Apelo Divino – psicografia de Chico Xavier

Publicado por: . | 18 agosto, 2017

OBRIGADO, CHICO…

Estava o Chico parado defronte do correio, conversando com seu irmão
André, quando um guarda policial passa-lhe por perto e, colocando o braço
direito sobre seu ombro, lhe diz:
— Muito obrigado, Chico!
E foi andando. O Chico ficou intrigado com aquele agradecimento. Não podia atinar com
sua causa.
À tarde, ao regressar do serviço, viu defronte a um bar um bloco de
trabalhadores da fábrica e, no meio deles, o guarda que o abraçara pela
manhã.
Passou mais por perto e observou que o guarda tentava desapartar uma
briga entre dois irmãos que se malquistaram por coisas de somenos.
O guarda, vendo inúteis seus esforços e porque a discussão já se
generalizava envolvendo todo o bloco, tirou da cintura o revólver e ia usá-lo
para impor sua autoridade.
O Chico mais que depressa chegou-lhe perto e pediu-lhe:
— Calma, meu irmão.
O guarda voltou-se contrariado, mas reconhecendo o Chico, como que
envergonhado do seu ato, exclamou:
— Muito obrigado, Chico!
Controlou-se, usou da palavra, aconselhou e o bloco foi desfeito com o
arrefecimento dos ânimos…
À noite, indo o Chico para o LUIZ GONZAGA, encontrou-se com o guarda:
— Chico, ia procurá-lo e agradecer-lhe, muito de coração, o bem que você
me fez, por duas vezes.
— Por duas vezes? Como?
— Ante-ontem sonhei com você, que me dizia: — “Cuidado, não saia de
casa carregando arma à cintura como sempre o faz. Evite isto por uns dias. .
Por isto é que lhe disse, hoje, pela manhã: “Obrigado, Chíco!” Referia-me
ao sonho, ao seu aviso. Mas esqueci-me de atendê-lo, pois saí armado e, se
não fosse o concurso de nossos amigos espirituais na hora justa teria feito hoje
uma grande asneira, poderia até ter matado alguém… Mas a lição ficou, Chico.
— Muito obrigado, Deus nos ajude sempre!…

 

Lindos Casos de Chico Xavier – Ramiro Gama

Publicado por: . | 13 agosto, 2017

A Regra de Ajudar – psicografia de Chico Xavier

EFETIVAMENTE

Em nós mesmos o problema essencial.
Efetivamente, nada temos a ver com a manutenção do Sol, na imensidade do Espaço, mas responderemos, inevitavelmente, pelo que estamos fazendo da quota de luz que ele nos fornece.
Não nos cabe qualquer responsabilidade pelo giro da Terra, no plano cósmico; no entanto, seremos interpelados, quanto ao nosso procedimento para com o pedaço de chão que nos agasalha.
Não prestaremos informes sobre a evolução do planeta em que estagiamos, mas chega sempre o dia em que se nos perguntará quanto ao tempo e ao corpo, à profissão e ao meio de trabalho que o mundo nos confia.
Não se nos indagará com respeito à administração da Justiça Universal no orbe em que vivemos; no entanto, daremos contas das obrigações que assumimos, perante superiores e subalternos, colegas e afeiçoados, que nos partilham a convivência.
Não se nos inquirirá quanto aos destinos supremos da Humanidade, mas sofreremos exame natural e direto no que se refere à nossa conduta, diante do lar e da família, tanto quanto à frente dos irmãos e companheiros que nos comungam a intimidade.
Não podemos impedir as catástrofes da Natureza e nem evitar as calamidades sociais.
Outros poderes controlam a mecânica dos astros, o equilíbrio da Terra, o aprimoramento da vida, a sustentação do direito e o engrandecimento dos povos.
Reconheçamos, todavia, que nem as constelações, nem o Globo que nos serve de moradia, nem as instituições que supervisionam o progresso, nem o tribunal e nem o templo de nossa fé, conquanto nos sustentem e nos auxiliem, não conseguirão efetuar a tarefa que as Leis Divinas situam conosco, para que se realizem por nós.
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Viajor. Lição nº 04. Página 29.

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