Publicado por: . | 8 abril, 2017

Sentimento inadequado – Estudo (60) Apocalipse

Estudo realizado na FEEAK Minas em 08/04/2017 por Carlos Alberto Braga – Apocalipse 2:23

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Publicado por: . | 7 abril, 2017

Apoio divino – Emmanuel

APOIO DIVINO

Seja onde seja, recorda que Deus está sempre em nós e agindo por nós.
Para assegurar-nos, quanto a isso, bastar-nos-á a Prática da Oração, mesmo ligeira ou inarticulada, que desenvolverá em nós outros a convicção da presença divina, em todas as faixas da existência.
Certamente, a prece não se fará seguida de demonstrações espetaculares, nem de transformações externas imprevistas. 
Pensa, todavia, no amparo de Deus e, em todos os episódios da estrada, senti-lo-ás contigo no silêncio do coração.
Nos obstáculos de ordem material, esse apoio não te chegará na obtenção do dinheiro fácil que te solva os compromissos, mas na força para trabalhar a fim de que os recursos necessários te venham às mãos;
nas horas de dúvida, não te virá em fórmulas verbais diretas que te anulem o livre arbítrio e sim na inspiração exata que te ajude a tomar as decisões indispensáveis à paz da própria consciência;
nos momentos de inquietação, não surgirá em acontecimentos especiais que te afastem dos testemunhos de fé, mas percebê-los-ás contigo em forma de segurança e bom ânimo, na travessia da aflição;
nos dias em que o mal te pareça derrotar a golpes de incompreensão ou de injúria, não se te expressará configurado em favores de exceção que te retirem dos ombros a carga das provas redentoras e sim na energia bendita da fé viva que te restaure a esperança, revestindo-te de coragem, a fim de que não esmoreças na rude jornada, em direção à vida nova.
Seja qual seja a dificuldade em que te vejas ou a provação que experimentes, recorda que Deus está contigo e nada te faltará, nos domínios do socorro e da bênção, para que atravesses todos os túneis de tribulação e de sombra, ao encontro da paz e a caminho da luz.

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Rumo Certo. Lição nº 05. Página 27.

Estudo realizado por Carlos Alberto Braga Costa na FEEAK Minas em 06/04/2017 em torno das questões 133 e 133 a Livro dos Espíritos

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Acompanhe ao vivo 19:30

Publicado por: . | 5 abril, 2017

Chico Xavier – com Otávio Pedersoli

Palestra realizada na fEEAK Minas com Otávio Perdersoli em 04/04/2017

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Publicado por: . | 1 abril, 2017

O Ministro Sábio – psicografia de Chico Xavier

Estudo realizado na FEEAK Minas em 30/03/2017 por Carlos Alberto

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Publicado por: . | 31 março, 2017

Chico Diálogos e Recordações – Resenha

http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/chico-xavier-dialogos-e-recordacoes

O livro, Chico Diálogos e Recordações, foi constituído a partir do recolhimento das memórias transmutadas em narrativas de Arnaldo Rocha, sobre as experiências que este viveu com Francisco Cândido Xavier, em Pedro Leopoldo e região.
Chico, Diálogos e Recordações… é uma obra leve e ao mesmo tempo impregnada de lições acerca de experiências vividas e lições apreendidas por seres que se uniram pelos laços espirituais no orbe terreno.O estilo de escrita é um híbrido de diálogos, narrativas e impressões daqueles que, durante quatro longos anos, encontravam-se para conversar sobre o médium Chico Xavier. De um lado, um jovem e dedicado obreiro da Seara Espírita, Carlos Alberto Braga Costa; do outro lado, a experiência evidenciada pelas cãs de um altivo senhor, trabalhador incansável da Doutrina Revelada por Jesus e Codificada por Allan Kardec, Arnaldo Rocha.
A obra escrita em 21 capítulos traz à comunidade espírita momentos de reflexão e de aprendizado. Particularmente, sob este prisma, o livro é dadivoso em lições, pois nos aproxima e nos cientifica de que a evolução dos seres humanos nas lides terrenas é possível e inevitável, conforme asseverou Allan Kardec: “A Humanidade progride, por meio dos indivíduos que pouco a pouco se melhoram e instruem. (…)
O progresso dos povos também realça a justiça da reencarnação.”O Espírito Chico Xavier, por exemplo, não só “desceu” de esferas superiores para trazer belas obras sobre as Revelações do Consolador; também, vivenciou através de milênios, experienciou vidas diversas de amores incontroláveis, sofrimentos, angústias e momentos de profundo encarceramento físico e espiritual, até, finalmente, poder apresentar-se nesta encarnação como um dos mais profícuos escritores da Doutrina dos Espíritos, sempre amparado por seus amigos espirituais e companheiros da lide terrena.Existe um provérbio chinês que diz: “A pedra não pode ser polida sem fricção, nem o homem ser aperfeiçoado sem provação”. Em Chico, Diálogos e Recordações.., a vida do narrador, assim como a de tantos outros amigos para sempre, é prova de que para atingirmos o aperfeiçoamento e a beleza do esplendor de uma pedra preciosa, precisamos, antes, percorrer um caminho de provações, dores e burilamento de nossas tendências.
Este caminho que, a priori, apresenta-se difícil é suavizado pelo exemplo de vida de Jesus, pelos ensinamentos da Revelação Espírita e por nosso esforço individual de melhorarmos a cada dia um pouco mais. Arnaldo Rocha, nosso querido narrador, através de seu percurso de descrença, grandes batalhas, empreendimentos faraônicos e decepções nas mesmas proporções, chega, nesta encarnação, ainda materialista, até encontrar e perder o coração querido de Meimei, e, em seguida, reencontrar outro: Chico Xavier. A lição mais marcante deste espírito Rocha – os nomes não são ao acaso – não é observá-lo hoje, na beleza de seus 82 anos, na firmeza de suas convicções doutrinárias e na fidelidade para com seus amigos, muitos já no plano espiritual. A grandeza desse homem reside no caminho por ele percorrido ao longo das sucessivas vivências carnais, nos obstáculos superados e nas dores transmutadas em bençãos de aprendizado. Esse percurso narrado no livro nos remete à promessa de Jesus, quando nos diz que “nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá.”Vale destacar, ainda sobre esta bela obra, a importância da memória, como receptáculo das lembranças de Arnaldo Rocha. A memória, conforme nos elucida André Luiz “(…) é um disco vivo e milagroso. Fotografa as imagens de nossas ações e recolhe o som de quanto falamos e ouvimos… Por intermédio dela, somos condenados ou absolvidos de nós mesmos.” O redator dessas memórias, Carlos Alberto Braga Costa, com disciplina, responsabilidade, lealdade e fé fez-se instrumento indispensável para que hoje esta obra traduzida em diálogos e recordações estivesse ao alcance de todos nós.Em tempos remotos os homens transmitiam o conhecimento às gerações, através dos recursos da memória e da narrativa oral. Os sábios anciãos, acomodados em locais tranqüilos, relatavam aos jovens escolhidos as tradições e experiências de seu povo. E estas experiências, posteriormente lapidadas, eram transferidas por sucessivas gerações do porvir. Desse modo, verificamos a importância da memória para a evolução das primeiras civilizações do Planeta.
Chico, Diálogos e Recordações…, guardadas as proporções espaciais e temporais, remete-nos aos tempos antigos, em que as revelações eram registradas nas almas dos aprendizes, que, posteriormente, transformavam-nas em conhecimento para que outros seres pudessem deles utilizar-se. Na Doutrina dos Espíritos, quando refletimos sobre o processo da evolução, como uma Lei Divina de progresso contínuo e ordenado, não podemos ter dúvidas de que as constantes encarnações são bênçãos sagradas que propiciam o aperfeiçoamento dos seres. Assim, o jovem recebe do ancião o conhecimento das tradições de seu povo, pelo registro da memória. Cada vez que vivenciamos uma nova oportunidade reencarnatória dinamizamos impressões guardadas em nossa consciência espiritual. Nesse sentido, através da obra narrada por Arnaldo Rocha e escrita por Carlos Alberto Braga Costa, somos convidados à leitura de experiências de vida, sem sensacionalismos, mas repletas de sabedoria. O livro, apesar de apresentar-se numa seqüência de 21 capítulos, pode ser lido conforme o leitor desejar, pois cada uma de suas partes está impregnada de amor à Doutrina dos Espíritos e fidelidade aos ideais cristãos deixados ao longo da história por Grandes Amigos Espirituais.
Maria Aparecida Vidigal FEEAKMINAS

Publicado por: . | 30 março, 2017

Nas Trilhas da fé – Estudo (29) Cartas de Paulo

Estudo realizado por Carlos Alberto Braga Costa – Romanos 3:21 a 25 em 2903/2017

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Publicado por: . | 28 março, 2017

Encargos pequeninos – Emmanuel

Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido?
Se todo ele fosse ouvido, onde o olfato?
– Paulo (I Corintios, 12:17)

Se não acreditas no valor dos instrumentos e encargos diminutivos, pensa num carro
sem rodas, num piano sem teclas, num grande sistema de serviço elétrico sem o fio de
condução da força…
* * *
Não fossem as gotas dágua e a fonte não existiria. 
Recusasse a semente a própria segregação no solo e a terra se converteria em deserto.
Não se resignasse a pedra com o próprio anonimato nos alicerces e um edifício seguro
jamais se colocaria de pé.
Lembra-te da poção medicamentosa que te suprime a dor, do corpo dágua pura que te
dessedenta, do livro simples que baseia a cultura complexa e jamais te digas inútil.
* * *
Somente aquele que se dispõe a fazer as coisas pequeninas, que sabe e pode, virá a
saber e a poder realizar grandes coisas.
* * *
Qualquer subida exige passos e degraus.
* * *
Assim também nas ascensões do espírito a que se refere o Evangelho do Senhor.
Chegarás futuramente às culminâncias do serviço e da luz, na esfera de ação direta do
Cristo de Deus, mas para isso é imprescindível que faças agora tão bem quanto te seja
possível, todo o bem que és capaz de fazer.

Emmanuel/F.C.Xavier – Benção de Paz

Publicado por: . | 27 março, 2017

De madrugada – Emmanuel

“E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro, de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra
removida do sepulcro.” (João, 20:1)  

Não devemos esquecer a circunstância em que Maria de Magdala recebe a
primeira mensagem da ressurreição do Mestre.
No seio de perturbações e desalentos da pequena comunidade, a grande
convertida não perde tempo em lamentações estéreis nem procura o sono do
esquecimento.
Os companheiros haviam quebrado o padrão de confiança.
Entre o remorso da própria defecção e a amargura pelo sacrifício do Salvador, cuja lição sublime ainda não conseguiam apreender, confundiam-se em atitudes negativas. Pensamentos contraditórios e angustiados azorragavam-lhes os corações.
Madalena, contudo, rompe o véu de emoções dolorosas que lhe embarga os passos. É imprescindível não sucumbir sob os fardos, transformando-os, acima de tudo, em elemento básico na construção espiritual, e Maria resolve não se acovardar, ante a dor. Porque o Cristo fora imolado na cruz, não seria lícito condenar-lhe a memória bem amada
ao olvido ou à indiferença.
Vigilante, atenta a si mesma, antes de qualquer satisfação a velhos convencionalismos, vai ao encontro do grande obstáculo que se constituía do sepulcro, muito cedo, precedendo o despertar dos próprios amigos e encontra a
radiante resposta da Vida Eterna.
Rememorando esse acontecimento simbólico, recordemos nossas antigas quedas, por havermos esquecido o “primeiro dia da semana”, trocando, em todas as ocasiões, o “mais cedo” pelo “mais tarde”.

Pelo Espírito Emmanuel – Psicografia de F. C.Xavier – Lição 168 – Pão Nosso – FEB

Publicado por: . | 25 março, 2017

A Coroa e as Asas – psicografia de Chico Xavier

Publicado por: . | 25 março, 2017

Grande Tribulação – Estudo (58) Apocalipse

Estudo realizado por Carlos Alberto em 25/03/2017

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Estudo realizado na FEEAK Minas em 23/03/2017 por Carlos Alberto Braga

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Publicado por: . | 22 março, 2017

Allan Kardec – Vida e Obra – Palestra

Palestra realizada na FEEAK Minas em 21/03/2017

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