Realizado em 03/08/2019 – Apocalipse 10: 4 e 5

Publicado por: . | 2 agosto, 2019

Ressignificar – Revolução Espírita (2)

2º Episódio do Revolução Espírita com Carlos A Braga

 

Publicado por: . | 2 agosto, 2019

Retorno a vida corporal – Carlos Alberto Braga

Publicado por: . | 1 agosto, 2019

Exemplificação de Paulo – Estudo (131) Cartas

131º – Exemplificação de Paulo – I Coríntios, 2: 1 a 5

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Publicado por: . | 30 julho, 2019

Templo e oficina – Carlos A Braga

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Publicado por: . | 28 julho, 2019

No Campo da Vida – psicografia de Chico Xavier

Publicado por: . | 27 julho, 2019

REVOLUÇÃO ESPÍRITA

PROGRAMA REVOLUÇÃO ESPÍRITA

Carlos A. Braga

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Publicado por: . | 27 julho, 2019

IMPLORANDO SOCORRO

IMPLORANDO SOCORRO

Carlos A. Braga

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Publicado por: . | 21 julho, 2019

No Campo do Verbo – psicografia de Chico Xavier

Publicado por: . | 17 julho, 2019

No escânda-lo da cruz – Emmanuel

NO ESCÂNDALO DA CRUZ

            Finda a crucificação, espraiou o Mestre o olhar pela turba inconsciente. As opiniões contraditórias do povo alcançavam-lhe os ouvidos. Ocultavam-se os beneficiários de seu amor. Era constrangido, agora, a permanecer entre o insulto dos acusadores e o escárnio da multidão.

            Angustiado, identificava a maioria dos semblantes.

            Ali, comprimiam-se pessoas da cidade que lhe conheciam a missão divina; mais além, acotovelavam-se romanos aos quais socorrera, generoso, ou romeiros de regiões diversas, que lhe deviam favores e benefícios. Quase todos haviam comparecido à festividade de sua entrada triunfal em Jerusalém, comentando-lhe o feito, na ressurreição de Lázaro, ou recordando-lhe entusiasticamente, a virtude, a cooperação, o ânimo e o serviço.

            Não haviam decorrido muitas horas e as mesmas bocas ridicularizavam-no, sem piedade.

            Por que não reagira, em recebendo a ordem de prisão?

            Não seria razoável a fuga dos discípulos diante de sua tolerância em frente aos sequazes dos sacerdotes?

            Não salvara a tantos? Por que não remediara a si mesmo?

            Ensinara a resistência ao crime e às tentações… por que se entregava, assim, como desordeiro vulgar?

            Não seria vergonha atender a missionário como aquele, incapaz de qualquer reação? Entretanto, um dia, indignara-se no templo, perante os mercadores infiéis…

            Que razões o moviam a não recorrer à justiça do mundo?

            Contrariamente, a toda expectativa, aceitara a prisão sem resistência!

            Deixou-se conduzir como criança pela pior companhia, submeteu-se aos açoites e bofetadas…

            Deixou-se vestir de uma túnica escandalosa, ele que era simples e sóbrio por excelência, nem reclamou contra os espinhos com que lhe coroaram a fronte…

            Aceitou a cruz como se a merecesse e, por fim, ó ridículo supremo!, não se revoltou quando o exibiram no madeiro, seminu, sob apupos e gargalhadas…

            Jesus ouvia as opiniões que se entrechocavam, guardando silêncio.

            Onde estaria o Evangelho, se reagisse? Para onde enviaria os seguidores de sua palavra se lhes abrisse no coração a sede de vingança?

            Que seria do Reino de Deus, se pretendesse um reino dominador na Terra? Onde colocaria a Justiça do Pai, se também duelasse com a justiça dos homens? Onde situava o auxilio divino, de que era portador, se não desculpasse a ignorância? Como demonstraria o amor de que se fizera pregoeiro, lançando chamas de cólera, exigindo reivindicações e castigando os escarnecedores, já de si mesmos tão infelizes? Deveria

acusar publicamente os organizadores do escândalo, dando-lhes pasto aos sentimentos perversos ou deveria tratá-los com o silêncio, para que tivessem de enxergar a si próprios?

            O Mestre espraiou o olhar pela multidão desvairada, lembrou-se dos amigos distantes e fixou os adversários presentes, meditou nas profundas perturbações da hora em curso, considerou as necessidades espirituais de cada homem, compreendeu o imperativo da Vontade de Deus e, já que era indispensável dizer alguma coisa, movendo os lábios na direção do futuro de sua doutrina, levantou os olhos da Terra para os Céus

e murmurou compassivo:

            – “Perdoai-lhes, meu Pai, porque não sabem o que fazem…”

Emmanuel. F.C.Xavier. Coletânea do além. 1945

Publicado por: . | 16 julho, 2019

O Tempo

                                    O TEMPO
Todas as criaturas gozam o tempo – raras aproveitam-no.
Corre a oportunidade – espalhando bênçãos.
Arrasta-se o homem – estragando as dádivas recebidas. Cada dia é um país – de vinte e quatro províncias.
Cada hora é uma província – de sessenta unidades.
O homem, contudo, é o semeador – que não despertou ainda.
Distraído cultivador, pergunta: – que farei?
E o tempo silencioso responde, com ensejos benditos:
De servir – ganhando autoridade.
De obedecer – conquistando o mundo.
De lutar – escalando os céus.
O homem, todavia, – voluntariamente cego.
Roga sempre mais tempo – para zombar a vida,
Porque se obedece – revolta-se orgulhoso,
Se sofre – injuria e blasfema,
Se chamado a conta – lavra reclamações descabidas.
Cientistas – fogem da verdadeira ciência.
Filósofos – ausentam-se dos próprios ensinos.
Religiosos – negam a religião.
Administradores – retiram-se da responsabilidade.
Médicos – subtraem-se à medicina.
Literatos – furtam-se à divina verdade.
Estadistas – centralizam a dominação.
Servidores do povo – buscam interesses privados.
Lavradores – abandonam a terra.
Trabalhadores – escapam do serviço.
Gozadores temporários – entronizam ilusões.
Ao invés de suar no trabalho – apanham borboletas da fantasia
Desfrutam a existência – assassinando-a em si próprios.
Possuem os bens da Terra – acabando possuídos.
Reclamam liberdade – submetendo-se à escravidão.
Mas chega, um dia – porque há sempre um dia mais claro que os outros,
Em que a morte surge – reclamando trapos velhos…
O tempo recolhe, então, apressado – as oportunidades que pareciam sem fim…
E o homem reconhece – tardiamente preocupado,
Que a Eternidade infinita – pede contas do minuto…

André Luiz. F. Cândido Xavier. Coletânea do além.

Publicado por: . | 15 julho, 2019

Ridículo Silêncio – com a palavra Emmanuel

                                                                       RIDÍCULO SILÊNCIO

     Há muitas espécies de provação para a dignidade pessoal e numerosos gêneros de defesa.
     Há feridas que atingem a honorabilidade de família, golpes que vibram sobre a realização individual, calúnias que envolvem o nome, acusações gratuitas, comentários desairosos à reputação, análises mentirosas de situações respeitáveis e escândalos do ridículo.
     Na maioria das experiências dessa natureza, o ruído é justo e a retificação adequada.
     Nas contrariedades familiares, é fácil estabelecer programas novos e corrigir normas de conduta.
     Na perseguição ao trabalho honroso, basta recorrer aos frutos substanciosos e ricos da obra realizada.
     Na calúnia, socorre-se o homem reto do esclarecimento natural.
     Na acusações gratuitas, a verdade simples responde pelos acusados aos perseguidores cruéis.
     Nos falatórios da rua, a realidade modifica a opinião popular.
     No jogo das aparências, com que se procura envenenar as situações dignas, não é difícil demonstrar a nobreza dos fatos, focalizando outros prismas.
     Para isso, há um exército de servidores da justiça do mundo que, com rapidez ou lentidão, atende a reclamações e mobiliza providências compatíveis com os acontecimentos mais estranhos.
     Mas, autoridade alguma da Terra garante facilidades à defesa contra os escândalos do ridículo. Para suportar, dignamente, esse gênero de provação somente Jesus oferece o padrão necessário. A reação não serve, o protesto complica, transforma-se a reclamação em escândalo novo, converte-se o rumor em incêndio de conseqüências
imprevisíveis. A criatura bem intencionada, sob a perseguição do ridículo, não tem outro recurso senão recordar o Cristo, incompreendido pelas autoridades de seu tempo, ironizado pelos ignorantes e injuriados pela multidão, compreendendo que todo homem responderá pelos seus atos a Deus, no tribunal do foro íntimo, e que a mais alta defesa contra o sarcasmo do mundo é o silêncio da perfeita confiança no Divino Poder.

Emmanuel- F.Cândido Xavier. Coletânea do Além. 1945 Editora.FEESP.

Publicado por: . | 12 julho, 2019

SER MÉDIUM

Ser Médiumtopo_intercessao

 

 

 

 

Emmanuel

Reunião pública de 17/6/60

Questão nº 223 – Parágrafo 10º

 

Abraçando a mediunidade, muitos companheiros na Terra adotam posição de absoluta expectativa, copiando a Inércia dos manequins.

Concentram-se mentalmente e aguardam, imóveis, nulificados, a manifestação dos Espíritos Superiores, esquecendo-se de que o verdadeiro servidor assume sempre a iniciativa da gentileza, na mais comezinha atividade doméstica. Leia Mais…

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